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terça-feira, 25 de agosto de 2015


 PROJETO DE LEITURA E ESCRITA 
4º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL


 Apresentação - Seminário 





































Lembrança para os visitantes:


PARABÉNS, QUERIDOS ALUNOS!
VOCÊS FORAM FORMIDÁVEIS!

terça-feira, 19 de março de 2013

Poema recriado - Comunidades de Arabutã

Tatuzeira em Arabutã


Adaptação do poema ‘Tatuzeira’ de Elias José
3º ano – NEMNE/2013, Professora Cléia

Um tatu da Sede de Arabutã
Só fala língua alemã.

Um tatu da vila de Nova Estrela
Observa tudo para descrevê-la.

Um tatu do Bairro Nicolau Petry
Anda sempre por aí.

Oh, tatu de Canhada Grande
- Seja bondoso por onde ande!

Um tatu de Lajeado Guaraipo
Espetou-se com um gaipo.

Um tatu de Lajeado Quirino
Adora cantar o hino.

Um tatu de Linha Costa e Silva
Foi na casa da vó Ilva.

Um tatu de Linha Aurora
Gosta de comer amora.

Um tatu de Linha Beira Rio
Sente imenso frio.

Um tatu de Linha Canoas
Gosta de comer coisas boas.

Um tatu de Linha Capitão
Tem medo de leão.

Um tatu de Linha Castro Filho
É comedor de milho.

Um tatu de Linha Fazendinha
Vive fazendo festinha.

Um tatu da Linha Fritsch
É amigo do senhor Fritsch

Um tatu da Linha Godofredo
Sempre acorda cedo.

Um tatu da Linha Iracema
É grande como uma ema.

Um tatu de Linha Jundiaí
Saiu pra caçar e se perdeu por aí.

Um tatu de Linha Juriti
Foi na casa do primo jabuti.

Um tatu de Linha Paraíso
Pulou da janela e caiu no piso.

Um tatu de Linha Pelotas
Gosta de calçar botas.

Um tatu de Linha Pintado
É louco por porco assado.

Um tatu de Linha Progresso
Só anda com trem expresso.

Um tatu de Linha São João
Planta arroz e feijão.

Um tatu de Linha Schnack
Come minhoca e faz ‘nhack’.

Um tatu de Linha Serra Alta
Segue a moda e está em alta.

Um tatu de Linha Unidos
Foi viajar para os Estados Unidos.

Um tatu da Linha Milionária
Perdeu o ônibus na rodoviária.



segunda-feira, 19 de março de 2012

O município de Arabutã e suas Comunidades


O município de Arabutã e suas comunidades

Adaptação do poema “Tatuzeira”de Elias José

Um tatu do Distrito de Nova Estrela
Viu a praça e foi conhecê-la.
          Um tatu da Sede do Município
          Cava buracos desde o princípio.
Um tatu do Bairro Nicolau Petry
Me perguntou o que eu aprendi.
          Um tatu de Linha Iracema 
          Gosta de recitar um poema.
Um tatu de Canhada Grande
Que se cuide por onde ande. 
          Um tatu de Linha Pelotas
          Vive dando cambalhotas.
Um tatu de Linha Fazendinha
Foi picado por uma galinha.
          Um tatu de Lajeado Guaraipo
          Não gosta de comer aipo.
Um tatu de Linha Beira Rio
Sonha em andar de navio. 
          Um tatu de Linha Costa e Silva
          Foi visitar sua amiga Nilva.
Um tatu de Linha Juriti
Que usa perfumes da Jequiti. 
          Um tatu de Linha Serra Alta
          Da sua mãe sente falta.
Um tatu de Linha São João
Gosta de comer arroz com feijão.
          Um tatu de Lajeado Quirino
          Saiu do buraco e viu um menino.
Um tatu de Linha Progresso
Seu nariz é um sucesso. 
          Um tatu de Linha Canoas
          Pensa em coisas boas.
Um tatu de Linha Unidos
Está com os filhotes perdidos.
          Um tatu de Linha Capitão
          Comprou um caminhão.
Um tatu de Linha Paraíso
Me deu um abraço e um sorriso.
          Um tatu de Linha Pintado
          Está muito chateado. Coitado!
Um tatu de Linha Godofredo
Do buraco não sai porque tem medo.
          Um tatu de Linha Castro Filho
          Sabe plantar milho.
Um tatu de Linha Jundiaí
Pescou um lambari.
          Der Gürteltier von Linha Schnack
           arbeitet mit einer Harckt.
 Der Gürteltier von Linha Fritsch
hat ein groβes gesicht.
           Um tatu da Linha Milionária
          Foi falar com a bibliotecária.
Um tatu de Linha Aurora
Acaba a rima e ele chora.
Alunos do 3º Ano do NEMNE,
Orientadoras – Profª Cléia de Castro, Leila Lueckemeier e Lidiane Dinnebier.

 Tatuzeira 
Elias José
Um tatu de Tatuí
não está nem aí.

Um tatu de Tangará
nunca pára lá.

Um tatu de Taubaté
diz adeus e dá no pé.

Um tatu de Tietê
manda beijos pra você.

Um tatu de Timbó
nunca come jiló.

Um tatu de Tupinambá
vai pra São Paulo
ou pro Paraná?

domingo, 30 de outubro de 2011

Viagem de estudos - Alunos 3ª série NEMNE

Gênero textual – Relatório

Viagem de estudos ao município de Itá – SC
Nós, alunos da 3ª série do Ensino Fundamental, do Núcleo Educacional Municipal Nova Estrela, de Arabutã – SC, realizamos uma viagem de estudos, no dia 26 de outubro de 2011, ao CDA (Centro de Divulgação Ambiental) e a UHE Itá (Usina Hidrelétrica Itá), no município de Itá – SC.
O objetivo da viagem foi observar, conhecer e aprender mais sobre diferentes formas de relevo, história da colonização alemã e italiana, hidrografia, paisagens naturais e modificadas, arqueologia, utilidade da água na produção de energia elétrica, flora, fauna, preservação ambiental, erosão, o Rio Uruguai como limite entre os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outros.
Primeiramente, assistimos a um vídeo e uma palestra no auditório do CDA que abordava os diversos conteúdos já citados. E além disso, ainda tivemos uma apresentação de slides com explicações sobre os procedimentos realizados para a construção da hidrelétrica.
Em seguida, visitamos as demais dependências do CDA, onde vimos maquetes da igreja matriz, da hidrelétrica, da cidade nova de Itá, stands de fotos, materiais de arqueologia (urna e objetos em cerâmicas de povos indígenas do Grupo Jê), trabalhos artesanais de imigrantes alemães e italianos, amostras de tipos de madeiras e sementes encontradas na região da UHE Itá, exposição dos projetos ambientais.
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No pátio das dependências do CDA, vimos duas casas que foram relocadas da cidade velha de Itá para a cidade nova. Uma delas, de colonizadores alemães e a outra de italianos. Na casa italiana está em funcionamento um museu histórico com a exposição de objetos e mobílias que pertenciam a imigrantes alemães e italianos. E na casa alemã acontecem apresentações de vídeos, slides sobre a história de Itá (colonização, emancipação, reconstrução da cidade de Itá, cultura alemã e italiana,...).
Depois desta visitação ao CDA, nos dirigimos às instalações da UHE Itá, construída no leito do Rio Uruguai, na Volta do Uvá, divisa entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O primeiro local foi o muro da barragem, ao qual atravessamos. Para chegar até ele, atravessamos a ponte do Rio Uruguai sentido Itá – SC à Aratiba-RS. Ao atravessarmos o muro, retornamos novamente ao território catarinense. Neste local vimos o vertedouro I da usina, que tem seis comportas. Estas comportas só são abertas quando o nível da água do lago está muito elevado.
Vimos ainda onde o Rio Engano (rio que atravessa a comunidade de Nova Estrela), deságua no Rio Uruguai, na Volta do Uvá, depois da barragem.
O Rio Engano teve muita importância para a construção da UHE Itá, uma vez que suas águas não permitiram que o leito natural do Rio Uruguai secasse e desaparecesse, quando este foi desviado para possibilitar as obras da hidrelétrica.
O segundo local visitado, retornando pelo muro da barragem à Aratiba - RS, foi o pátio da Casa de Força, onde pudemos observar: o prédio onde trabalham os engenheiros e os técnicos da UHE Itá, as torres de distribuição da energia que vai até a substação, a construção onde se encontram as turbinas que geram a energia e a saída da água que segue o leito normal do Rio Uruguai.
A nossa viagem de estudos foi muito interessante, proveitosa e os nossos objetivos foram alcançados.
(Texto coletivo, alunos da 3ª série NEMNE, 28/10/2011)


Gênero textual = Curiosidades sobre a UHE Itá / SC

Curiosidades sobre a UHE Itá/SC

• A Usina Hidrelétrica Itá está construída entre os municípios de Itá – SC (lado direito) e Aratiba – RS (lado esquerdo), aproveitando o leito do Rio Uruguai que separa estes municípios.
• A Casa de Força da Usina está construída no município de Aratiba, no Rio Grande do Sul.
• A UHE (Usina Hidrelétrica Itá) tem capacidade de energia para abastecer 50% do estado de Santa Catarina, ou 30% do estado do Rio Grande do Sul.
• A UHE foi construída pelo consórcio de 3 grandes empresas: a TRACTEBEL ENERGIA, CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) e ITAMBÉ (indústria de cimentos).
• A barragem principal da hidrelétrica tem 400 metros de base, 7 metros de largura por cima, 880 metros de comprimento e 125 metros de altura.
• Para a construção da barragem foi necessária a autorização de três Órgãos Ambientais: IBAMA (órgão nacional), FATMA (órgão do estado de Santa Catarina) e FEPAM (órgão do estado do Rio Grande do Sul).
• A Hidrelétrica de Itá está instalada na Volta do Uvá, Aratiba, RS. O relevo deste local facilitou a construção da barragem porque ali tem muitos morros com rochas.
• Para o desvio do Rio Uruguai foram construídos 5 túneis de 560 metros cada um.
• Cada comporta tem 18 metros de largura por 21 metros de altura e serve para liberar água e controlar o nível da barragem.
• A Hidrelétrica Itá funciona com 5 turbinas, instaladas em túneis. Cada um desses túneis tem 102 metros de altura.
• A construção da obra da UHE Itá levou quatro anos e participaram desta construção em média quatro mil operários.
• As atividades de negociação e relocação de famílias para a construção da hidrelétrica iniciaram em 1980.
• O primeiro morador a se instalar na cidade nova de Itá foi em 1986, sendo que a inauguração desta cidade aconteceu em 1996. Foram dez anos para ela ser reconstruída.
• Em 1986 o governo privatizou a obra da UHE Itá por falta de recursos financeiros.
• O Consórcio Itá tem o dever de cuidar e trabalhar com 23 Programas Ambientais em troca da hidrelétrica construída. Entre eles, projetos sobre peixes, sementes de árvores nativas, arqueologia, água, solo, mata ciliar, fauna, flora,... Assim, o CDA, Centro de Divulgação Ambiental, trabalha com as escolas por meio de palestras, visitações, elaboração e distribuição de materiais como gibis educativos.
• A maior parte das rochas para a construção da barragem foram retiradas dos túneis escavados para desvio do Rio Uruguai. Assim, com o reaproveitamento das rochas na própria hidrelétrica, esta obra se tornou mais barata do que outras.
• Nas margens do Rio Uruguai, enquanto aconteciam as definições dos limites para o nível das águas, foram encontrados objetos e materiais de povos indígenas, entre eles uma arca ou urna de barro que servia de caixão para guardar os mortos.
• O reservatório da UHE Itá atinge 11 municípios, sendo 7 do estado de Santa Catarina (Itá, Concórdia, Alto Bela Vista, Arabutã, Ipira, Piratuba e Peritiba) e 4 do estado do Rio Grande do Sul (Aratiba, Marcelino Ramos, Severiano de Almeida e Mariano Moro).
• O muro da Barragem foi montado com pedras, primeiramente com camadas de pedras maiores, seguidas de camadas de britas, pó de brita e por último massa de concreto para impermeabilizar a água.
• Durante o processo de planejamento e construção da UHE, sempre houve preocupação com a preservação das espécies animais e vegetais, bem como do solo e da água.
• A cidade nova de Itá foi construída a 4 quilômetros de distância da cidade antiga.
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(Texto coletivo = Professora Cléia de Castro, Leila Lüeckemeier e alunos 3ª série NEMNE, 28/10/2011.)

sábado, 30 de outubro de 2010

Produção escrita de alunos - conto de fadas

PRODUÇÃO DE TEXTO A PARTIR DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA - CONTOS DE FADAS - 3ª SÉRIE  

CONFECÇÃO DE LIVRO PARA A BIBLIOTECA DA ESCOLA

Chapeuzinho Roxo
FICHA TÉCNICA

3ª Série NEMNE
Chapeuzinho Roxo – 1ª edição
Gênero Literário – Conto de Fadas
Adaptação do Conto de Fadas dos Irmãos Grimm ‘Chapeuzinho Vermelho’
Texto coletivo
Orientações: Professora Cléia
Texto e ilustrações:  Alunos da 3ª série: Adriano, Andréia, Claudecir, Cleomar, Daniel, Danieli, Darlan, Eduarda, Elisa, Guilherme, Jenifer, Juliana, Kelly, Lucas, Maria Eduarda, Michele, Rafael, Tamara e Wesley.
Impressão: Escola Núcleo Educacional Municipal Nova Estrela
Arabutã – Santa Catarina, 2010
Editora Surpresa em Livros



Chapeuzinho  Roxo

Era uma vez uma menina que se chamava Chapeuzinho Roxo. Ela se chamava assim porque um dia sua mãe lhe comprou um chapeuzinho roxo.
Chapeuzinho Roxo morava com seus pais num bairro de uma grande cidade.
Certo dia, sua mãe chamou a menina e disse:
- Chapeuzinho, leve este dinheiro para a vovó que está muito doente e precisa urgentemente do dinheiro para comprar seus remédios.
E ainda lembrou:
- Pegue o ônibus que vai até o centro da cidade e não fale com estranhos.
A vovó morava no centro da cidade, num pequeno apartamento.
A menina obedeceu a mamãe, pegou seu chapeuzinho roxo, guardou seu dinheirinho na sua bolsinha e se dirigiu até o ponto de ônibus.
Ao embarcar no ônibus, sentou-se ao lado de um homem estranho, meio mal-encarado, mas este era o único lugar vago.
Logo, o homem, com simpatia, puxou conversa com a menina:
- Mas que boa companhia tenho agora! Para onde você está indo?
Chapeuzinho respondeu:
- Vou à casa da vovó.
- E onde mora sua vovó? – pergunta o homem.
- Ela mora no centro da cidade, no apartamento 205, no Edifício Primavera. – respondeu, muito ingênua a menina.
- E o que você costuma fazer na casa de sua vovó? – pergunta o homem, para saber mais detalhes.
- Sabe, minha vó está muito doente, e hoje estou levando o dinheiro que ela precisa para comprar seus remédios.
Agora, com todas as informações que a menina revelou, o homem planeja sua ação: fazer um assalto.
Assim que o ônibus pára, o homem ainda se despede educadamente de Chapeuzinho Roxo:
- Foi um grande prazer conhecer você! Que a visita à sua vovó seja muito boa. Deseje a ela boas melhoras! Tchau!
Enquanto isso, o homem, apressadamente pega um atalho entre os edifícios, com intenção de chegar ao apartamento da vovó, antes da menina.
Ao chegar ao apartamento, arromba a porta, corre até o quarto da vovó, amarra-a, amordaça-a e a tranca no banheiro.
Quando Chapeuzinho chega ao apartamento, estranha a porta aberta, mas entra.
Assim que ela pisa no quarto da vovó, o homem salta de seu esconderijo, arranca a bolsinha da menina. Sai correndo, levando todo o dinheiro.
Chapeuzinho, apavorada grita:
- Socorro, socorro! Um ladrão!
O síndico, assim que ouve o grito, tranca todos os portões e chama a polícia.
Os policiais chegam imediatamente e cercam o edifício.
O ladrão é localizado na saída de emergência, onde é algemado e preso. Os policiais resgatam o dinheiro roubado e perguntam ao homem:
- Onde está a senhora do apartamento 205?
O bandido não responde nada. Então Chapeuzinho é chamada à presença do ladrão. Ela logo o reconhece dizendo:
- Mas este é o simpático senhor que eu conheci no ônibus!
- Simpático, esperto e ladrão!!! – diz um dos policiais apontando a arma para ele. – Agora, ou você conta onde está a vovó, ou você morrerá condenado!
Então o bandido se rende e mostra onde está a vovó.
Chapeuzinho, ao ver sua vovó, diz emocionada:
- Vovó, que bom ver você! Como você está se sentindo?
Como vovó estava muito fraca, não responde nada. Então os policiais soltam a vovó e logo a conduzem ao hospital. Já o ladrão, é levado para a delegacia.
Assim que vovó se recupera, ela vai morar com sua neta, para viver mais tranquila e bem cuidada.

 FIM