"Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível." Augusto Cury
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domingo, 30 de junho de 2013
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Relatos de experimentos com água
1 - Filtro de água
MATERIAL
• Uma garrafa de plástico de dois ou mais litros
• Algodão
• Areia
• Pedras pequenas
• Tesoura sem ponta
• Um copo com água suja
COMO FAZER
1. Corte a garrafa de plástico um pouco acima do meio.
2. Pegue a parte de cima da garrafa e dentro dela coloque o algodão, depois a areia e, por último, as pedras.
3. Coloque a parte de cima da garrafa dentro da parte de baixo, como se fosse um funil.
4. Jogue a água suja.
O QUE ACONTECE
A água fica menos suja.
POR QUE ACONTECE
Quando a água passa pelas pedrinhas, pela areia e, por último, pelo algodão, ela é filtrada, fica menos suja.
2 - Modelo de iceberg
O que você precisa:
• 1 copo descartável de plástico
• Metade de uma garrafa de plástico
• Água
• Corante de alimento (opcional)
• Congelador
O que fazer:
• Coloque um copo descartável de plástico com água até pouco mais que a metade no congelador e aguarde até que se forme o gelo. Se quiser, pode colorir seu gelo colocando 2-3 gotas de corante de alimento na água, antes de levá-la ao congelador.
• Depois que se formou um bloco de gelo, coloque água na garrafa de plástico e teste seu iceberg.
• Coloque seu mini-iceberg na água e observe, pela lateral da garrafa cortada, quanto dele está dentro da água e quanto está fora. Por que será que ele não afunda? Por que você acha que seu iceberg ficou com essa parte submersa?
• Com o gelo na água, marque o nível da água na garrafa, deixe seu iceberg derreter e observe se o nível da água dentro da garrafa muda.
O que está acontecendo?
A maior parte do mini-iceberg está dentro da água. Só uma pequena parte ficou exposta acima do nível da água. O mesmo acontece com os icebergs de verdade: o que se vê acima do nível do mar é apenas uma pequena parte de um imenso bloco de gelo que está flutuando no mar.
Isso acontece porque a água se expande em baixas temperaturas, ocupando um volume maior que o que ocupava.
Como a água expande ao congelar, mas sua massa é a mesma que antes de congelar, podemos concluir que o gelo tem menor densidade que a água líquida, por isso o gelo não afunda na água. A diferença de densidade é pequena e o gelo também não fica boiando na superfície da água, como acontece com o óleo.
O nível da água não muda depois que o gelo derrete porque esta água volta ao seu volume e espaço normal.
3 - Água Salgada Congela?
O que você precisa:
• Duas vasilhas pequenas e iguais - pode ser o fundo de uma garrafa cortada cerca de 7 centímetros do fundo
• Água
• 2 colheres de sopa de sal
• congelador
O que fazer:
1. Coloque a mesma quantidade de água nas duas vasilhas. Antes de colocar a água, não se esqueça de marcar cada uma das vasilhas – “com sal” e “sem sal”.
2. Adicione 2 colheres de sopa de sal na vasilha identificada “com sal”, mexendo bem para dissolver o sal.
3. Coloque no congelador e espere algum tempo, ou até o dia seguinte. Depois de mais ou menos meia hora, olhe como estão as duas amostras: as duas congelaram?
4. Jogue um pouco de sal na vasilha de água sem sal e veja o que acontece.
5. Coloque um pouco de água num saquinho de plástico e mergulhe dentro da vasilha com água e sal. Aguarde alguns minutos e veja o que acontece.
O que acontece?
A água com sal não congela. Pelo menos, não no congelador da nossa casa. Quando a água congela, ela forma uma estrutura bem organizada de um cristal, chamada de estrutura cristalina. O sal dissolvido na água não se encaixa bem nesse cristal, dificultando sua formação.
Para a água com sal congelar, a temperatura precisa ser bem menor que a temperatura da água pura que é de zero graus Celsius (0 oC).
O sal diminui a temperatura de congelamento da água. Por isso, nos países onde costuma nevar, as pessoas jogam o sal nas ruas e calçadas para derreter o gelo e evitar acidentes. Assim, o sal descongela a neve. No geral, água se solidifica a 0 grau. Quando misturada com cloreto de sódio, que é o sal de cozinha, a temperatura de congelamento cai para 20 graus negativos. Mas, para um trabalho eficiente, não basta uma pitada. É preciso jogar sal em quantidade equivalente a pelo menos um terço do gelo que se quer derreter. No caso da neve, o degelo é rápido porque ela é fofa e o sal penetra com facilidade.
Quando colocamos o saquinho com água dentro do copinho com água e sal gelados, a água de dentro do saquinho congelou. Isso porque a água com sal está bem mais fria que a água pura.
A água dos rios e dos mares congelam em temperaturas diferentes. Para congelar a água do mar, é preciso temperaturas bem mais baixas que para congelar lagos e rios.
4 - O QUE DESCONGELA MELHOR - O AR OU A ÁGUA?
O que você precisa:
• alguns cubos de gelo do mesmo tamanho
• 2 copos ou pequenas vasilhas (pode ser uma garrafa cortada)
• Água
Como fazer:
1. Coloque água em um dos copos ou vasilhas.
2. Ao mesmo tempo, coloque um cubo de gelo em cada copo.
3. Observe o tempo que leva para que cada cubo de gelo descongele totalmente.
* O que aconteceu? Onde foi mais rápido?
O que está acontecendo:
É mais fácil descongelar "algo" na água do que "algo" exposto ao ar porque:
a) A água tem calor específico maior que o ar, ou seja, a água pode absorver ou perder mais calor que o ar.
b) A água também é mais densa, ou seja, tem mais moléculas por unidade de volume que o ar. Assim, quanto mais moléculas, mais calor pode ser absorvido ou perdido pela água.
O ar e a água podem ter a mesma capacidade térmica, mas para isso ocorrer o volume necessário de cada um será bem diferente. Um volume muito maior de ar é necessário para que se tenha a mesma capacidade térmica de um volume pequeno de água. Um meio de acelerar o descongelamento de "algo" é utilizar um ventilador, pois você deixa o ar em contato com o "algo" sempre em temperatura constante, mais alta. O mesmo é possível trocando a água em contato com o "algo", já que a água esfria enquanto ocorre o descongelamento. Assim, você deixa o "algo" em contato com água a temperatura constante.
5 – Água - solvente universal
Objetivo: Mostrar que há substâncias solúveis em água e outras que não são solúveis.
Material:
- Vários copos de vidro ou transparentes (um copo para cada mistura)
- Sal, Açúcar, Azeite, Areia, Nescafé, Farinha, Suco em pó, Limão, gelatina, pimenta, ovo, ...
- Colheres de chá
- Recipiente com água.
Procedimento:
- Colocar um pouco de água em cada um dos copos e identificá-los com as substâncias a serem misturadas.
- Realizar as misturas, colocando uma colher de chá de cada substância nos respectivos copos.
- Misturar bem. Observar e concluir:
* Quais são as substâncias que a água dissolve?
* Podemos concordar que a água é um solvente universal?
O que acontece:
A água é um dos melhores solventes na natureza, capaz de dissolver uma infinidade de substâncias, como sais, gases, açúcares, proteínas, etc. Essa alta capacidade de dissolver substâncias deu á água a característica de solvente universal.
As moléculas de água (solvente) penetram entre as partículas do soluto, que pode ser um sal, açúcar, etc. Quando penetram na partícula, as moléculas de água promovem a separação das partículas, dissolvendo-as. A mistura formada é chamada de solução.
Importância da água como solvente nos organismos
- Plantas: os sais minerais só são absorvidos do solo pelas raízes das plantas depois que forem dissolvidas em água.
- Sangue: é uma mistura heterogênea. A parte líquida (plasma) é constituída de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Este plasma contém água, onde estão dissolvidas outras substâncias como as vitaminas e a glicose. A água serve como transporte dessas substâncias para o resto do corpo.
- Urina: a água atua como transporte das substâncias ruins que devem ser eliminadas do corpo. Essas substâncias são: uréia e ácido úrico.
MATERIAL
• Uma garrafa de plástico de dois ou mais litros
• Algodão
• Areia
• Pedras pequenas
• Tesoura sem ponta
• Um copo com água suja
COMO FAZER
1. Corte a garrafa de plástico um pouco acima do meio.
2. Pegue a parte de cima da garrafa e dentro dela coloque o algodão, depois a areia e, por último, as pedras.
3. Coloque a parte de cima da garrafa dentro da parte de baixo, como se fosse um funil.
4. Jogue a água suja.
O QUE ACONTECE
A água fica menos suja.
POR QUE ACONTECE
Quando a água passa pelas pedrinhas, pela areia e, por último, pelo algodão, ela é filtrada, fica menos suja.
2 - Modelo de iceberg
O que você precisa:
• 1 copo descartável de plástico
• Metade de uma garrafa de plástico
• Água
• Corante de alimento (opcional)
• Congelador
O que fazer:
• Coloque um copo descartável de plástico com água até pouco mais que a metade no congelador e aguarde até que se forme o gelo. Se quiser, pode colorir seu gelo colocando 2-3 gotas de corante de alimento na água, antes de levá-la ao congelador.
• Depois que se formou um bloco de gelo, coloque água na garrafa de plástico e teste seu iceberg.
• Coloque seu mini-iceberg na água e observe, pela lateral da garrafa cortada, quanto dele está dentro da água e quanto está fora. Por que será que ele não afunda? Por que você acha que seu iceberg ficou com essa parte submersa?
• Com o gelo na água, marque o nível da água na garrafa, deixe seu iceberg derreter e observe se o nível da água dentro da garrafa muda.
O que está acontecendo?
A maior parte do mini-iceberg está dentro da água. Só uma pequena parte ficou exposta acima do nível da água. O mesmo acontece com os icebergs de verdade: o que se vê acima do nível do mar é apenas uma pequena parte de um imenso bloco de gelo que está flutuando no mar.
Isso acontece porque a água se expande em baixas temperaturas, ocupando um volume maior que o que ocupava.
Como a água expande ao congelar, mas sua massa é a mesma que antes de congelar, podemos concluir que o gelo tem menor densidade que a água líquida, por isso o gelo não afunda na água. A diferença de densidade é pequena e o gelo também não fica boiando na superfície da água, como acontece com o óleo.
O nível da água não muda depois que o gelo derrete porque esta água volta ao seu volume e espaço normal.
3 - Água Salgada Congela?
O que você precisa:
• Duas vasilhas pequenas e iguais - pode ser o fundo de uma garrafa cortada cerca de 7 centímetros do fundo
• Água
• 2 colheres de sopa de sal
• congelador
O que fazer:
1. Coloque a mesma quantidade de água nas duas vasilhas. Antes de colocar a água, não se esqueça de marcar cada uma das vasilhas – “com sal” e “sem sal”.
2. Adicione 2 colheres de sopa de sal na vasilha identificada “com sal”, mexendo bem para dissolver o sal.
3. Coloque no congelador e espere algum tempo, ou até o dia seguinte. Depois de mais ou menos meia hora, olhe como estão as duas amostras: as duas congelaram?
4. Jogue um pouco de sal na vasilha de água sem sal e veja o que acontece.
5. Coloque um pouco de água num saquinho de plástico e mergulhe dentro da vasilha com água e sal. Aguarde alguns minutos e veja o que acontece.
O que acontece?
A água com sal não congela. Pelo menos, não no congelador da nossa casa. Quando a água congela, ela forma uma estrutura bem organizada de um cristal, chamada de estrutura cristalina. O sal dissolvido na água não se encaixa bem nesse cristal, dificultando sua formação.
Para a água com sal congelar, a temperatura precisa ser bem menor que a temperatura da água pura que é de zero graus Celsius (0 oC).
O sal diminui a temperatura de congelamento da água. Por isso, nos países onde costuma nevar, as pessoas jogam o sal nas ruas e calçadas para derreter o gelo e evitar acidentes. Assim, o sal descongela a neve. No geral, água se solidifica a 0 grau. Quando misturada com cloreto de sódio, que é o sal de cozinha, a temperatura de congelamento cai para 20 graus negativos. Mas, para um trabalho eficiente, não basta uma pitada. É preciso jogar sal em quantidade equivalente a pelo menos um terço do gelo que se quer derreter. No caso da neve, o degelo é rápido porque ela é fofa e o sal penetra com facilidade.
Quando colocamos o saquinho com água dentro do copinho com água e sal gelados, a água de dentro do saquinho congelou. Isso porque a água com sal está bem mais fria que a água pura.
A água dos rios e dos mares congelam em temperaturas diferentes. Para congelar a água do mar, é preciso temperaturas bem mais baixas que para congelar lagos e rios.
4 - O QUE DESCONGELA MELHOR - O AR OU A ÁGUA?
O que você precisa:
• alguns cubos de gelo do mesmo tamanho
• 2 copos ou pequenas vasilhas (pode ser uma garrafa cortada)
• Água
Como fazer:
1. Coloque água em um dos copos ou vasilhas.
2. Ao mesmo tempo, coloque um cubo de gelo em cada copo.
3. Observe o tempo que leva para que cada cubo de gelo descongele totalmente.
* O que aconteceu? Onde foi mais rápido?
O que está acontecendo:
É mais fácil descongelar "algo" na água do que "algo" exposto ao ar porque:
a) A água tem calor específico maior que o ar, ou seja, a água pode absorver ou perder mais calor que o ar.
b) A água também é mais densa, ou seja, tem mais moléculas por unidade de volume que o ar. Assim, quanto mais moléculas, mais calor pode ser absorvido ou perdido pela água.
O ar e a água podem ter a mesma capacidade térmica, mas para isso ocorrer o volume necessário de cada um será bem diferente. Um volume muito maior de ar é necessário para que se tenha a mesma capacidade térmica de um volume pequeno de água. Um meio de acelerar o descongelamento de "algo" é utilizar um ventilador, pois você deixa o ar em contato com o "algo" sempre em temperatura constante, mais alta. O mesmo é possível trocando a água em contato com o "algo", já que a água esfria enquanto ocorre o descongelamento. Assim, você deixa o "algo" em contato com água a temperatura constante.
5 – Água - solvente universal
Objetivo: Mostrar que há substâncias solúveis em água e outras que não são solúveis.
Material:
- Vários copos de vidro ou transparentes (um copo para cada mistura)
- Sal, Açúcar, Azeite, Areia, Nescafé, Farinha, Suco em pó, Limão, gelatina, pimenta, ovo, ...
- Colheres de chá
- Recipiente com água.
Procedimento:
- Colocar um pouco de água em cada um dos copos e identificá-los com as substâncias a serem misturadas.
- Realizar as misturas, colocando uma colher de chá de cada substância nos respectivos copos.
- Misturar bem. Observar e concluir:
* Quais são as substâncias que a água dissolve?
* Podemos concordar que a água é um solvente universal?
O que acontece:
A água é um dos melhores solventes na natureza, capaz de dissolver uma infinidade de substâncias, como sais, gases, açúcares, proteínas, etc. Essa alta capacidade de dissolver substâncias deu á água a característica de solvente universal.
As moléculas de água (solvente) penetram entre as partículas do soluto, que pode ser um sal, açúcar, etc. Quando penetram na partícula, as moléculas de água promovem a separação das partículas, dissolvendo-as. A mistura formada é chamada de solução.
Importância da água como solvente nos organismos
- Plantas: os sais minerais só são absorvidos do solo pelas raízes das plantas depois que forem dissolvidas em água.
- Sangue: é uma mistura heterogênea. A parte líquida (plasma) é constituída de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Este plasma contém água, onde estão dissolvidas outras substâncias como as vitaminas e a glicose. A água serve como transporte dessas substâncias para o resto do corpo.
- Urina: a água atua como transporte das substâncias ruins que devem ser eliminadas do corpo. Essas substâncias são: uréia e ácido úrico.
sábado, 25 de junho de 2011
Experiência com o aparelho celular
Objetivo
- Provar os efeitos das ondas radioativas de celulares em nosso corpo.
Material e recursos humanos
- 1 aparelho celular
- 2 pessoas
Procedimentos
1 – Convide um amigo para realizar o experimento com você.
2 – Com uma das tuas mãos, faça um “O″ fechando o teu dedão com o dedo indicador.
3 - Peça para que o amigo tente “abrir” os teus dedos, utilizando seus dedos indicadores. Enquanto isso, você faz força com os dedos para evitar que ele consiga abri-los.
4 – Repita os procedimentos anteriores, mas agora segure na outra mão um aparelho celular.
5 – Verifique e compare os resultados do experimento com e sem o aparelho celular na mão.
Observações
- No procedimento realizado sem o aparelho celular, conseguimos manter os dedos bem fechados, mesmo com a força do amigo.
- No procedimento realizado com o aparelho celular, perdemos a força para manter os dedos fechados.
Conclusão
- O uso de celulares interfere no nosso organismo. Eles emitem sinais conhecidos como ondas de rádio ou ondas eletromagnéticas. Essas ondas invisíveis penetram em nosso corpo, podendo causar mudanças sutis no funcionamento do nosso corpo, assim como vimos com a força que perdemos quando estávamos em contato direto com um celular.
Questionamentos
- É importante nos preocuparmos com o uso excessivo de aparelhos como o celular?
- É inevitável o uso de aparelhos celulares em nosso dia a dia?
Como usar celulares de modo saudável
Seis dicas simples para diminuir as influências que o celular pode causar:
1 - Mandar mais mensagens de textos e falar menos, para evitar colocar o celular no ouvido e perto da cabeça, diminuindo assim o contato do seu cérebro com as ondas eletromagnéticas.
2 - Usar o viva-voz: Se o celular tiver essa opção, colocá-lo no viva-voz durante a ligação. Quanto maior a distância entre a orelha e o celular, menor a chance dos ouvidos serem prejudicados pelo volume do fone.
3- Mudar o ouvido: Se a ligação está durando muito, mudar o lado que está em contato com o celular de 30 em 30 segundos. Esse intervalo é suficiente para que não haja o aquecimento e diminui as chances de ter problemas auditivos.
4- Falar menos ao celular: Se possível, não fazer conversas longas nesse aparelho. Se alguém ligar, pedir para entrar em contato com o telefone fixo ou avisar que ligará mais tarde. Não custa tentar.
5 – Utilizar o celular somente quando necessário.
6 – Não carregar o aparelho celular em contato direto com nosso corpo (bolso, mão, ...), mas carregá-lo preferencialmente na bolsa ou mochila.
Lembrete: o experimento pode ser realizado com mouse de computador.
Texto de Profe Cléia
- Provar os efeitos das ondas radioativas de celulares em nosso corpo.
Material e recursos humanos
- 1 aparelho celular
- 2 pessoas
Procedimentos
1 – Convide um amigo para realizar o experimento com você.
2 – Com uma das tuas mãos, faça um “O″ fechando o teu dedão com o dedo indicador.
3 - Peça para que o amigo tente “abrir” os teus dedos, utilizando seus dedos indicadores. Enquanto isso, você faz força com os dedos para evitar que ele consiga abri-los.
4 – Repita os procedimentos anteriores, mas agora segure na outra mão um aparelho celular.
5 – Verifique e compare os resultados do experimento com e sem o aparelho celular na mão.
Observações
- No procedimento realizado sem o aparelho celular, conseguimos manter os dedos bem fechados, mesmo com a força do amigo.
- No procedimento realizado com o aparelho celular, perdemos a força para manter os dedos fechados.
Conclusão
- O uso de celulares interfere no nosso organismo. Eles emitem sinais conhecidos como ondas de rádio ou ondas eletromagnéticas. Essas ondas invisíveis penetram em nosso corpo, podendo causar mudanças sutis no funcionamento do nosso corpo, assim como vimos com a força que perdemos quando estávamos em contato direto com um celular.
Questionamentos
- É importante nos preocuparmos com o uso excessivo de aparelhos como o celular?
- É inevitável o uso de aparelhos celulares em nosso dia a dia?
Como usar celulares de modo saudável
Seis dicas simples para diminuir as influências que o celular pode causar:
1 - Mandar mais mensagens de textos e falar menos, para evitar colocar o celular no ouvido e perto da cabeça, diminuindo assim o contato do seu cérebro com as ondas eletromagnéticas.
2 - Usar o viva-voz: Se o celular tiver essa opção, colocá-lo no viva-voz durante a ligação. Quanto maior a distância entre a orelha e o celular, menor a chance dos ouvidos serem prejudicados pelo volume do fone.
3- Mudar o ouvido: Se a ligação está durando muito, mudar o lado que está em contato com o celular de 30 em 30 segundos. Esse intervalo é suficiente para que não haja o aquecimento e diminui as chances de ter problemas auditivos.
4- Falar menos ao celular: Se possível, não fazer conversas longas nesse aparelho. Se alguém ligar, pedir para entrar em contato com o telefone fixo ou avisar que ligará mais tarde. Não custa tentar.
5 – Utilizar o celular somente quando necessário.
6 – Não carregar o aparelho celular em contato direto com nosso corpo (bolso, mão, ...), mas carregá-lo preferencialmente na bolsa ou mochila.
Lembrete: o experimento pode ser realizado com mouse de computador.
Texto de Profe Cléia
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