HAVERÁ NATAL PARA O ZÉ?
Zé, sem família, sem ninguém... vê a euforia da época natalina. Terá ele um natal? Que será o natal?
1ª Cena
Narrador: Zé um dia, ouviu falar no Natal... Não entendeu muito bem o que era... Seu magro corpo, marcado pela fome, não ajudava a cabeça pensar. Zé não poderia saber o que era Natal, pois morava num barraco, era analfabeto. Zé hoje deseja descobrir o que é Natal.
(Zé caminha e ouve)
Camelô: (Gritando de sua banca) Vende-se bonecas que choram e dão sorriso. Cantam, chupam bico e caminham. Tem também rádio que pisca e até dá faísca. Tem flores cheirosas, só não mais cheirosas por falta de perfume.
Criança: Mãe, eu quero aquela boneca.
Mãe: Não dá minha filha.
Criança: Mas eu quero mãe!
Mãe: Eu não tenho dinheiro, minha filha!
Criança: Eu quero, porque quero (bate o pé e começa chorar)
Mãe: Tá bom. Vou gastar o resto que eu tenho em mais um presente para você, pra você ter de chega de uma vez.
Criança: Obrigado, mãe. Eu sabia que você ia comprar. (Se retiram)
Jovem: Natal deve ser brinquedo, que criança gosta e leva para casa. Eu não tenho brinquedo, então não tenho Natal. ( E segue andando).
Narrador: Coitado do Zé. Não sabe o que é Natal. Mas ainda está à procura do que é Natal. Quem sabe ele consegue descobrir agora.
2ª Cena
Homem bem arrumado: Ó meu amigo! Me digas: existe alguém mais arrumado do que eu nesta localidade?
Amigo: Podes crer que não! Mas onde vais elegante deste jeito?
Homem: Vou comemorar o Natal tomando champanhe e tudo o que tenho direito.
Amigo: Então feliz Natal e boas festas. ( E se retiram).
Zé: Ha, ha! Agora entendi: Natal é canha e festa, ou será que não? (Pensativo). Eu não tenho festa ou bebida, não tenho Natal! ( E segue andando)
3ª Cena
1ª doceira: Fiz tantos doces essa semana que o barulho era grande. Fiz cuca, bolo merengue, bolachinha e você o que fez?
2ª doceira: Fiz rocambole, pão-de-ló, cuca da vovó, doce chinês, doce-de-leite. Fiz tanta coisa que quase o fogão explodiu.
1ª doceira: Assim é bom fazer de tudo um bocado para comemorar o Natal.
2ª doceira: Eu concordo, mas amanhã ainda vou fazer aquele churrasco. Até mais! Falta mais um docinho que tenho que deixar pronto. Tchau!
1ª doceira: Tchau.
Zé: Agora eu sei, sem dúvida, que Natal deve ser bolo, cuca, doces, enfim, muita comida. Eu não tenho boa comida, então eu não tenho Natal! Acho que vou embora, senão vou ficar caduco. ( Segue andando)
Narrador: Zé ainda não descobriu o sentido de Natal e acha que vai ficar louco. Já se sente mal com tanta confusão. Zé já ia embora quando viu uma outra cena que lhe chamou atenção.
4ª Cena
(Um homem e uma mulher arrumando o pinheirinho - da Igreja)
Homem: Vou colocar essa bola, nem que tenho que me espinhar todo. (Faz de conta que se espinha e grita) Ai, dói mesmo!
Mulher: Isso mesmo. É vida ou morte!
Homem: Nem posso imaginar Natal sem pinheirinho.
Mulher: No dia que não tiver pinheirinho na nossa casa não vou festejar Natal. Daí vou para lavoura capinar feijão.
Zé: Vou ligar as coisas. Tem pessoa fazendo compras de Natal, outras se arrumando, outras no doce e agora o pinheirinho. Mas isso tudo vai onde, como e quando?
Narrador: Pobre do Zé... ainda não conseguiu descobrir o que é Natal. Ele não recebe presente, não vai à festa, não tem boa comida, e jamais verá um pinheirinho no seu barraco. Está triste e desanimado. Será que ele vai ficar triste neste Natal?
5ª Cena
(Em cena entra uma turma brincando de roda e cantando)
Amiga: Vamos brincar, turma. Vamos nos alegrar. Hoje é Natal.
Menino: Olha lá turma, um menino está triste. (Amiga e Menino vão ao seu encontro). Por que você está chorando?
Zé: Não tenho alegrias, não tenho nada de Natal, não tenho amigos,...
Amiga: Mas eu posso ser sua amiga e podes passar o Natal comigo.
Zé: O Natal... Mas o que é Natal?
Amiga: Natal é nascimento de Cristo.
Zé: Mas os presentes, doces, festas, pinheirinhos ...
Amiga: Na minha casa também há bolo, pinheirinho, presente,... por ser tradição. Mas o mais importante é não se esquecer que tudo isto existe por causa de Cristo. Natal de verdade é deixar Cristo nascer e crescer dentro de nós. Você disse que não tinha ninguém, mas lhe digo que perante Cristo somos todos irmãos. E isto precisamos viver. Quem vive isto tem verdadeira alegria. Vem se alegrar conosco, vamos ter um Feliz Natal juntos! (Se abraçam, brincam e cantam).
FIM
"Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível." Augusto Cury
Mostrando postagens com marcador Natal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Natal. Mostrar todas as postagens
domingo, 4 de dezembro de 2011
Teatro de Natal - A ESTRELA ANUNCIA: JESUS CRISTO É A LUZ DO MUNDO
A ESTRELA ANUNCIA: JESUS CRISTO É A LUZ DO MUNDO
Objetivo: Confrontar o Natal comercial com o verdadeiro sentido do Natal – a vinda de Jesus ao mundo, o próprio Deus, que trouxe luz para a humanidade.
Personagens: mãe, filha (Sara), filho (Mateus), filha (Raquel), Estrela, José e Maria, 3 ou 4 pastores de ovelhas e 3 estudiosos das estrelas.
Cenário: Igreja. Em um dos lados do altar, uma cabana, com plantas ao redor. No outro lado, um muro, onde os/as figurantes poderão sentar-se (classes cobertas com papel pardo), de modo a que sejam vistos/as pelas pessoas que estão sentadas no fundo da igreja. Céu com estrelas.
Duração: 40 min. O início do Culto pode seguir a liturgia de entrada, como de costume.
A comunidade recebe na entrada da igreja uma vela encaixada numa estrela de papel.
CENA I: Crianças entram com a mãe pelo corredor da igreja trazendo num saco de lixo os poucos pertences que possuem (cobertor, boneca velha, saco com bolachas ...). Estão mal vestidas. É noite. No céu brilham estrelas (podem ser móbiles ou uma lona preta com estrelas confeccionadas de papel dourado ou prateado). Igreja na semi-escuridão. Ouve-se uma música suave.
Mateus: Que sorte achar aquela velha garagem hoje a tarde, quando caiu a tempestade. Dessa vez mamãe, não me molhei nadinha!.
Sara: Olhando para o céu, nem parece que choveu. Veja Mateus, quantas estrelas!
Mateus: É mesmo, Sara.
Mãe: Venham crianças. Vamos passar essa noite aqui mesmo. Parece que daqui ninguém nos mandará embora.
Ouve-se uma música suave. A mãe senta-se “no muro”; Mateus, Raquel e Sara recostam a cabeça no ombro ou no colo da mãe.
A Estrela entra em cena. Fica no púlpito, observando o que os quatro conversam.
Raquel: Mamãe, você viu como estava a cidade hoje? As pessoas entravam e saíam das lojas. E como compravam! Quantos pacotes de presentes!
Mãe: É verdade, minha filha.
Mateus: Eu vi na loja grande daquele homem gordo e de barba, um carrossel que girava e tocava uma música. E tinha crianças em cima dos cavalinhos. Mãe, escuta, o carrossel era deste tamanho (gesto exagerado). Aí, como da outra vez em que parei na vitrine para dar uma espiadinha, o homem veio e gritou bem forte: Sai daí, moleque. Se você não tem dinheiro, não venha xeretar. Aqui só entra gente de bem. E fique sabendo: Não quero gente pobre e fedendo a falta de banho na minha loja, porque neste Natal, eu quero é ganhar muito dinheiro.
Mãe: É filho, toda essa correria na cidade é por causa do Natal.
Sara: Mamãe, eu sei o que é o Natal.
Mãe: Sabe, minha filha? Onde você ouviu sobre o Natal?
Sara: Hoje mesmo, mamãe. Raquel e eu estávamos passando em frente a uma casa grande e bonita e vimos dois meninos brincando no jardim. Eles tinham brinquedos legais e então paramos para olhar um pouco como eles brincavam. Ficamos bem quietinhas. Nos escondemos atrás de um carro que estava estacionado por ali. Foi então que ouvimos eles conversando sobre o Natal.
Raquel: Isso mesmo. A história que eles contaram foi assim: (música de fundo) “Tinha um homem chamado José. Ele era natural de uma capital, muito longe daqui. Já não me lembro mais o nome. Ele era muito rico. Um dia, José se casou com Maria, porque ela era linda, parecia uma princesa. E Maria estava grávida. Todo mundo já sabia que a criança que ela esperava seria muito importante, porque seria filha de gente rica. Tinha também um Imperador na história. Imperador é um rei, mamãe. O nome dele era César Augusto. Então ele mandou que cada pessoa fosse para a cidade onde havia nascido, porque ele queria ver quanta gente havia no seu reino.
Sara: Por isso José contratou um monte de homens e carruagens e Maria encheu muitas malas com todos os seus vestidos e com o enxoval para o bebê, porque podia acontecer da criança nascer nesse tempo em que eles estivessem viajando. Quando eles chegaram em Belém, onde era a terra de José, a banda de música da cidade já estava esperando por eles.
Raquel: Certo. E José e Maria se hospedaram num hotel 5 estrelas, de muito luxo. E não é que a criança nasceu mesmo naqueles dias? José chamou os especialistas da cidade para cuidar do bebê. Era um menino. Ele foi chamado de Jesus.
Sara: E Maria ficou muito feliz, porque toda a imprensa de Belém veio fotografar Jesus e pessoas importantes da sociedade mandaram presentes caros. Mamãe, essa é a história do Natal. Todo esse movimento na cidade é para comemorar o nascimento desse Jesus, um menino rico e importante que deu presentinhos para as crianças pobres, quando assumiu as empresas de seu pai e também ficou muito rico.” (Texto adaptado de “Somos Confirmados – Livro do Confirmando”, p.86)
Mateus: Ah, agora eu entendo. É por isso que nós não somos bem-vindos em lugar nenhum. Porque a gente não é importante como esse tal de menino Jesus. Natal, então, deve ser festa de gente rica e importante! E Jesus deve ter a cara do Papai Noel porque, afinal de contas, tem Papai Noel espalhado por toda a cidade!
Mãe: Sara, Raquel, Mateus. Quando eu era criança, assim como vocês, ouvi uma história muito diferente sobre o Natal de Jesus. Mas a vida tem sido muito dura para todos nós e acabei perdendo a esperança e desacreditando naquilo que ouvi. Acabo tendo que concordar com vocês. Natal parece ser mesmo comprar e dar presentes, fazer uma grande festa em casa com tudo de bom que o dinheiro é capaz de comprar, sem se importar com mais ninguém. (cansada ...) Agora, chega de conversa. Vamos dormir, porque a noite já vai longe.
Comunidade canta n° 29 do HPD – “Jubiloso, venturoso”.
CENA II: Coro canta “Na noite calma de Belém” – Para Cantar no Natal, n° 19. Enquanto a mãe, Mateus, Raquel e Sara dormem, entra a Estrela (pessoa vestida toda com roupas pretas; na cabeça, uma grande estrela com cauda). Os quatro se acordam com o brilho da estrela e se levantam. Dão-se as mãos.
Estrela: Boa noite. Me permitam interromper o sono de vocês. Lá do céu, ouvi o que vocês conversavam. Desci até aqui, porque fui testemunha do nascimento de Jesus e precisava contar-lhes como tudo realmente aconteceu. Então, vocês saberão quem é Jesus, porque ele nasceu, e o que festejamos no Natal. Sentem-se, meus amigos.
Todos se sentam. Coro canta a primeira estrofe e o estribilho de “Uma noite no Oriente, uma estrela apareceu”.
Estrela: Maria, uma moça de família simples, recebeu a visita de um anjo de Deus. O anjo lhe disse que ela esperava um filho, cujo nome seria Jesus. (José e Maria vem chegando pelo corredor da igreja. Maria, com gravidez adiantada. Caminham devagar para a casinha montada ao lado do altar.) E aconteceu que naqueles dias José, seu marido, e Maria tiveram que viajar de Nazaré até Belém, porque o rei, César Augusto, queria saber quantas pessoas tinha em seu país. José e Maria eram pessoas humildes, sem posses. Quando chegaram a Belém, bateram de porta em porta e não encontraram um lugar onde pudessem passar a noite. (Maria e José batem nos bancos da igreja, como se estivessem batendo em portas.) Acabaram tendo que dormir numa estrebaria, um lugar sem luxo algum, onde os animais passam a noite. E foi numa estrebaria que Jesus nasceu (Já na casinha, Maria “aparece” com o bebê nos braços e o embala). Berço ele não teve. Maria o enrolou num pano e José deitou-o num coxo de animais (encenar o que foi dito).
Sara: Então foi assim que aconteceu? E a imprensa que veio fotografar o menino?
Estrela: Não, Sara. (Enquanto a Estrela fala, os pastores de ovelhas entram pelo corredor da igreja e vão em direção à casinha, posicionando-se lá.) Quem primeiro tomou conhecimento do nascimento de Jesus foram homens simples, pastores de ovelhas. Eles cuidavam de seu rebanho quando ouviram um coro de anjos que cantava assim ...
Coro canta a segunda parte da 1a estrofe de “Surgem anjos proclamando” (Glória ...), n° 20 HPD.
Estrela: Um anjo lhes disse que havia nascido Jesus, o Salvador. Explicou-lhes onde podiam encontrá-lo. Os pastores de ovelhas então foram rápido a procura de Jesus.
Mateus: E Jesus ganhou mesmo presentes?
Estrela: Sim, mas não como vocês imaginam. Isso aconteceu assim. (Entram os estudiosos das estrelas e juntam-se ao presépio.) Havia naquela época pessoas que estudavam as estrelas. Elas viram uma estrela muito especial no céu, que brilhava intensamente. E por isso seguiram a estrela. Chegando a Belém, encontraram, Jesus. E na alegria de encontrar-se com o menino que todo o povo judeu esperava, deram presentes a ele. (Os estudiosos entregam os presentes que trouxeram.)
Coro canta 3a estrofe de “Quero ir com os pastores”, n° 31 HPD.
Raquel: Estrela, e onde você estava enquanto isso?
Estrela: Deus, que é senhor de toda a criação, me colocou no céu, como a estrela mais brilhante, para anunciar a chegada de Jesus. Por isso eu fiquei no céu, sobre a estrebaria.
Sara: E o que você deveria fazer lá?
Estrela: Com minha luz, eu não quis chamar a atenção para mim mesma, mas apontar para Jesus. Ele sim veio trazer luz ao mundo. Eu fui apenas um instrumento de Deus para anunciar a vinda de Jesus ao mundo.
Mãe: Ah, estou me lembrando de algo que está escrito na Bíblia, que ouvi quando eu era criança. Foi assim: “O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte resplandeceu-lhes a luz”.
Estrela: Isso mesmo. Vejam essa vela. Ela é pequena e frágil. Mas quando tudo está escuro, ela é muito importante. (As luzes da igreja são desligadas). Vou acendê-la. Prestem atenção. Pronto. Agora sim. Se andarmos por aí no escuro, vamos nos bater em muitos objetos e poderemos nos machucar. Ficaremos confusos, pois não há nada para nos orientar. Se andarmos com a vela na mão, poderemos caminhar sem medo, pois estaremos enxergando o que está à nossa frente (Enquanto a Estrela fala, ela caminha com a vela e ilumina o rosto da mãe, do Mateus, da Raquel e da Sara). Por isso dizemos que Jesus é a luz do mundo. (As luzes da igreja são novamente acesas.)
Mateus: Espere aí! Acho que entendi. Assim como esta vela ilumina o caminho, Jesus também quer iluminar nossa vida.
Estrela: Exatamente, Mateus. Mesmo que a vida esteja difícil e pareça não haver mais motivos para continuar caminhando, Jesus quer nos dar esperança. Através de pessoas que vivem ao nosso redor, ele quer iluminar nossa vida quando passamos por momentos onde já não podemos mais sozinhos encontrar uma saída.
Raquel: Legal! Quer dizer que Jesus não veio só para pessoas importantes da sociedade. Ele veio também para nós!
Estrela: É isso aí. Jesus quer uma vida boa para todas as pessoas. Não quer que ninguém sofra, não quer que as pessoas passem qualquer tipo de necessidade. Para ele, todas as pessoas são importantes porque foram criadas à imagem de Deus. Por isso, Jesus nos faz um convite. Ele nos convida a lutarmos pela dignidade de pessoas que sofrem algum tipo de exclusão da vida boa que Deus deseja para todos. Jesus nos convida a sermos luz na vida de outras pessoas. Podemos ser pequenas estrelas que não querem ser o centro das atenções, mas que brilham para iluminar a vida de outras pessoas.
Sara: Ah, que bom! Assim, uma pessoa ajuda a outra e a vida fica bem melhor, não é isso?
Estrela: Isso mesmo. Cada pessoa é responsável pelo bem-estar da outra, em todos os sentidos. Cada pessoa também é responsável pela criação de Deus como um todo, pela natureza, pelos animais, pelos rios ...
Mateus: Estrela, só não entendi ainda uma coisa. Por quê as pessoas se dão presentes? E o Papai Noel?
Estrela: As pessoas dão presentes porque querem mostrar a alegria pelo grande presente que Deus nos deu: Jesus. Os presentes lembram o aniversário de Jesus. Mas não são os presentes e nem o Papai Noel o mais importante no Natal. O centro do Natal é o próprio Jesus. Ele sim, veio para dar um novo sentido à nossa vida. Venham até aqui. Vamos acender mais velas. Assim, vocês verão como tudo fica bonito e como é mais fácil caminhar quando uma pessoa é luz para a outra.
Todos acendem sua vela na da Estrela.
Estrela: (vem à frente e dirige-se para a comunidade) Cada um e cada uma de vocês pode deixar que sua vida seja iluminada por Jesus. Assim a vida terá sentido. Mas vocês também podem ser estrelas na vida de outras pessoas. Estrelas que brilham e tornam o caminho da vida mais leve. Estrelas que não buscam engrandecer a si próprias com o seu brilho, mas que apontam para Cristo. Estrelas que não brilham sozinhas, mas que estão ligadas à comunidade daqueles que se deixam guiar por Jesus.
Sara: Isso é o Natal: Festa da comunidade cristã pelo nascimento de Jesus, a luz do mundo!
Todos: (de mãos dadas) Neste Natal, vamos deixar que Deus ilumine nossa vida. Vamos recebê-lo em nossa casa, em nossos corações. Vamos iluminar a vida de outras pessoas porque ele iluminou a nossa vida primeiro.
Enquanto Mateus, Sara, Raquel, a Estrela e a mãe vão acendendo as velas da comunidade, todos cantam o n° 31 do HPD – “Quero ir com os pastores”. Depois que toda a comunidade tem sua vela acesa,pode-se encerrar o Culto de Natal com uma oração, seguida do Pai Nosso. As luzes da igreja são novamente desligadas, as pessoas dão-se as mãos e canta-se “Noite Feliz”.
Quero ir com os pastores. (31 – HPD)
1. Quero ir com os pastores e render a Deus louvores
pelo seu imenso amor, por nos dar o Salvador.
2. Como os anjos jubilaram, quando a nova anunciaram,
quero eu também cantar, paz na terra propagar.
3.Como os magos que vieram que presentes ricos deram,
como o mais precioso dom, dar-lhe-ei meu coração.
4.Meditar vou com Maria sobre a nova da alegria:
que o menino que nasceu é o próprio Deus do céu.
5. Jesus Cristo, minha vida seja só a Ti rendida.
Vem, ó vem em mim morar, minha vida iluminar.
Objetivo: Confrontar o Natal comercial com o verdadeiro sentido do Natal – a vinda de Jesus ao mundo, o próprio Deus, que trouxe luz para a humanidade.
Personagens: mãe, filha (Sara), filho (Mateus), filha (Raquel), Estrela, José e Maria, 3 ou 4 pastores de ovelhas e 3 estudiosos das estrelas.
Cenário: Igreja. Em um dos lados do altar, uma cabana, com plantas ao redor. No outro lado, um muro, onde os/as figurantes poderão sentar-se (classes cobertas com papel pardo), de modo a que sejam vistos/as pelas pessoas que estão sentadas no fundo da igreja. Céu com estrelas.
Duração: 40 min. O início do Culto pode seguir a liturgia de entrada, como de costume.
A comunidade recebe na entrada da igreja uma vela encaixada numa estrela de papel.
CENA I: Crianças entram com a mãe pelo corredor da igreja trazendo num saco de lixo os poucos pertences que possuem (cobertor, boneca velha, saco com bolachas ...). Estão mal vestidas. É noite. No céu brilham estrelas (podem ser móbiles ou uma lona preta com estrelas confeccionadas de papel dourado ou prateado). Igreja na semi-escuridão. Ouve-se uma música suave.
Mateus: Que sorte achar aquela velha garagem hoje a tarde, quando caiu a tempestade. Dessa vez mamãe, não me molhei nadinha!.
Sara: Olhando para o céu, nem parece que choveu. Veja Mateus, quantas estrelas!
Mateus: É mesmo, Sara.
Mãe: Venham crianças. Vamos passar essa noite aqui mesmo. Parece que daqui ninguém nos mandará embora.
Ouve-se uma música suave. A mãe senta-se “no muro”; Mateus, Raquel e Sara recostam a cabeça no ombro ou no colo da mãe.
A Estrela entra em cena. Fica no púlpito, observando o que os quatro conversam.
Raquel: Mamãe, você viu como estava a cidade hoje? As pessoas entravam e saíam das lojas. E como compravam! Quantos pacotes de presentes!
Mãe: É verdade, minha filha.
Mateus: Eu vi na loja grande daquele homem gordo e de barba, um carrossel que girava e tocava uma música. E tinha crianças em cima dos cavalinhos. Mãe, escuta, o carrossel era deste tamanho (gesto exagerado). Aí, como da outra vez em que parei na vitrine para dar uma espiadinha, o homem veio e gritou bem forte: Sai daí, moleque. Se você não tem dinheiro, não venha xeretar. Aqui só entra gente de bem. E fique sabendo: Não quero gente pobre e fedendo a falta de banho na minha loja, porque neste Natal, eu quero é ganhar muito dinheiro.
Mãe: É filho, toda essa correria na cidade é por causa do Natal.
Sara: Mamãe, eu sei o que é o Natal.
Mãe: Sabe, minha filha? Onde você ouviu sobre o Natal?
Sara: Hoje mesmo, mamãe. Raquel e eu estávamos passando em frente a uma casa grande e bonita e vimos dois meninos brincando no jardim. Eles tinham brinquedos legais e então paramos para olhar um pouco como eles brincavam. Ficamos bem quietinhas. Nos escondemos atrás de um carro que estava estacionado por ali. Foi então que ouvimos eles conversando sobre o Natal.
Raquel: Isso mesmo. A história que eles contaram foi assim: (música de fundo) “Tinha um homem chamado José. Ele era natural de uma capital, muito longe daqui. Já não me lembro mais o nome. Ele era muito rico. Um dia, José se casou com Maria, porque ela era linda, parecia uma princesa. E Maria estava grávida. Todo mundo já sabia que a criança que ela esperava seria muito importante, porque seria filha de gente rica. Tinha também um Imperador na história. Imperador é um rei, mamãe. O nome dele era César Augusto. Então ele mandou que cada pessoa fosse para a cidade onde havia nascido, porque ele queria ver quanta gente havia no seu reino.
Sara: Por isso José contratou um monte de homens e carruagens e Maria encheu muitas malas com todos os seus vestidos e com o enxoval para o bebê, porque podia acontecer da criança nascer nesse tempo em que eles estivessem viajando. Quando eles chegaram em Belém, onde era a terra de José, a banda de música da cidade já estava esperando por eles.
Raquel: Certo. E José e Maria se hospedaram num hotel 5 estrelas, de muito luxo. E não é que a criança nasceu mesmo naqueles dias? José chamou os especialistas da cidade para cuidar do bebê. Era um menino. Ele foi chamado de Jesus.
Sara: E Maria ficou muito feliz, porque toda a imprensa de Belém veio fotografar Jesus e pessoas importantes da sociedade mandaram presentes caros. Mamãe, essa é a história do Natal. Todo esse movimento na cidade é para comemorar o nascimento desse Jesus, um menino rico e importante que deu presentinhos para as crianças pobres, quando assumiu as empresas de seu pai e também ficou muito rico.” (Texto adaptado de “Somos Confirmados – Livro do Confirmando”, p.86)
Mateus: Ah, agora eu entendo. É por isso que nós não somos bem-vindos em lugar nenhum. Porque a gente não é importante como esse tal de menino Jesus. Natal, então, deve ser festa de gente rica e importante! E Jesus deve ter a cara do Papai Noel porque, afinal de contas, tem Papai Noel espalhado por toda a cidade!
Mãe: Sara, Raquel, Mateus. Quando eu era criança, assim como vocês, ouvi uma história muito diferente sobre o Natal de Jesus. Mas a vida tem sido muito dura para todos nós e acabei perdendo a esperança e desacreditando naquilo que ouvi. Acabo tendo que concordar com vocês. Natal parece ser mesmo comprar e dar presentes, fazer uma grande festa em casa com tudo de bom que o dinheiro é capaz de comprar, sem se importar com mais ninguém. (cansada ...) Agora, chega de conversa. Vamos dormir, porque a noite já vai longe.
Comunidade canta n° 29 do HPD – “Jubiloso, venturoso”.
CENA II: Coro canta “Na noite calma de Belém” – Para Cantar no Natal, n° 19. Enquanto a mãe, Mateus, Raquel e Sara dormem, entra a Estrela (pessoa vestida toda com roupas pretas; na cabeça, uma grande estrela com cauda). Os quatro se acordam com o brilho da estrela e se levantam. Dão-se as mãos.
Estrela: Boa noite. Me permitam interromper o sono de vocês. Lá do céu, ouvi o que vocês conversavam. Desci até aqui, porque fui testemunha do nascimento de Jesus e precisava contar-lhes como tudo realmente aconteceu. Então, vocês saberão quem é Jesus, porque ele nasceu, e o que festejamos no Natal. Sentem-se, meus amigos.
Todos se sentam. Coro canta a primeira estrofe e o estribilho de “Uma noite no Oriente, uma estrela apareceu”.
Estrela: Maria, uma moça de família simples, recebeu a visita de um anjo de Deus. O anjo lhe disse que ela esperava um filho, cujo nome seria Jesus. (José e Maria vem chegando pelo corredor da igreja. Maria, com gravidez adiantada. Caminham devagar para a casinha montada ao lado do altar.) E aconteceu que naqueles dias José, seu marido, e Maria tiveram que viajar de Nazaré até Belém, porque o rei, César Augusto, queria saber quantas pessoas tinha em seu país. José e Maria eram pessoas humildes, sem posses. Quando chegaram a Belém, bateram de porta em porta e não encontraram um lugar onde pudessem passar a noite. (Maria e José batem nos bancos da igreja, como se estivessem batendo em portas.) Acabaram tendo que dormir numa estrebaria, um lugar sem luxo algum, onde os animais passam a noite. E foi numa estrebaria que Jesus nasceu (Já na casinha, Maria “aparece” com o bebê nos braços e o embala). Berço ele não teve. Maria o enrolou num pano e José deitou-o num coxo de animais (encenar o que foi dito).
Sara: Então foi assim que aconteceu? E a imprensa que veio fotografar o menino?
Estrela: Não, Sara. (Enquanto a Estrela fala, os pastores de ovelhas entram pelo corredor da igreja e vão em direção à casinha, posicionando-se lá.) Quem primeiro tomou conhecimento do nascimento de Jesus foram homens simples, pastores de ovelhas. Eles cuidavam de seu rebanho quando ouviram um coro de anjos que cantava assim ...
Coro canta a segunda parte da 1a estrofe de “Surgem anjos proclamando” (Glória ...), n° 20 HPD.
Estrela: Um anjo lhes disse que havia nascido Jesus, o Salvador. Explicou-lhes onde podiam encontrá-lo. Os pastores de ovelhas então foram rápido a procura de Jesus.
Mateus: E Jesus ganhou mesmo presentes?
Estrela: Sim, mas não como vocês imaginam. Isso aconteceu assim. (Entram os estudiosos das estrelas e juntam-se ao presépio.) Havia naquela época pessoas que estudavam as estrelas. Elas viram uma estrela muito especial no céu, que brilhava intensamente. E por isso seguiram a estrela. Chegando a Belém, encontraram, Jesus. E na alegria de encontrar-se com o menino que todo o povo judeu esperava, deram presentes a ele. (Os estudiosos entregam os presentes que trouxeram.)
Coro canta 3a estrofe de “Quero ir com os pastores”, n° 31 HPD.
Raquel: Estrela, e onde você estava enquanto isso?
Estrela: Deus, que é senhor de toda a criação, me colocou no céu, como a estrela mais brilhante, para anunciar a chegada de Jesus. Por isso eu fiquei no céu, sobre a estrebaria.
Sara: E o que você deveria fazer lá?
Estrela: Com minha luz, eu não quis chamar a atenção para mim mesma, mas apontar para Jesus. Ele sim veio trazer luz ao mundo. Eu fui apenas um instrumento de Deus para anunciar a vinda de Jesus ao mundo.
Mãe: Ah, estou me lembrando de algo que está escrito na Bíblia, que ouvi quando eu era criança. Foi assim: “O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte resplandeceu-lhes a luz”.
Estrela: Isso mesmo. Vejam essa vela. Ela é pequena e frágil. Mas quando tudo está escuro, ela é muito importante. (As luzes da igreja são desligadas). Vou acendê-la. Prestem atenção. Pronto. Agora sim. Se andarmos por aí no escuro, vamos nos bater em muitos objetos e poderemos nos machucar. Ficaremos confusos, pois não há nada para nos orientar. Se andarmos com a vela na mão, poderemos caminhar sem medo, pois estaremos enxergando o que está à nossa frente (Enquanto a Estrela fala, ela caminha com a vela e ilumina o rosto da mãe, do Mateus, da Raquel e da Sara). Por isso dizemos que Jesus é a luz do mundo. (As luzes da igreja são novamente acesas.)
Mateus: Espere aí! Acho que entendi. Assim como esta vela ilumina o caminho, Jesus também quer iluminar nossa vida.
Estrela: Exatamente, Mateus. Mesmo que a vida esteja difícil e pareça não haver mais motivos para continuar caminhando, Jesus quer nos dar esperança. Através de pessoas que vivem ao nosso redor, ele quer iluminar nossa vida quando passamos por momentos onde já não podemos mais sozinhos encontrar uma saída.
Raquel: Legal! Quer dizer que Jesus não veio só para pessoas importantes da sociedade. Ele veio também para nós!
Estrela: É isso aí. Jesus quer uma vida boa para todas as pessoas. Não quer que ninguém sofra, não quer que as pessoas passem qualquer tipo de necessidade. Para ele, todas as pessoas são importantes porque foram criadas à imagem de Deus. Por isso, Jesus nos faz um convite. Ele nos convida a lutarmos pela dignidade de pessoas que sofrem algum tipo de exclusão da vida boa que Deus deseja para todos. Jesus nos convida a sermos luz na vida de outras pessoas. Podemos ser pequenas estrelas que não querem ser o centro das atenções, mas que brilham para iluminar a vida de outras pessoas.
Sara: Ah, que bom! Assim, uma pessoa ajuda a outra e a vida fica bem melhor, não é isso?
Estrela: Isso mesmo. Cada pessoa é responsável pelo bem-estar da outra, em todos os sentidos. Cada pessoa também é responsável pela criação de Deus como um todo, pela natureza, pelos animais, pelos rios ...
Mateus: Estrela, só não entendi ainda uma coisa. Por quê as pessoas se dão presentes? E o Papai Noel?
Estrela: As pessoas dão presentes porque querem mostrar a alegria pelo grande presente que Deus nos deu: Jesus. Os presentes lembram o aniversário de Jesus. Mas não são os presentes e nem o Papai Noel o mais importante no Natal. O centro do Natal é o próprio Jesus. Ele sim, veio para dar um novo sentido à nossa vida. Venham até aqui. Vamos acender mais velas. Assim, vocês verão como tudo fica bonito e como é mais fácil caminhar quando uma pessoa é luz para a outra.
Todos acendem sua vela na da Estrela.
Estrela: (vem à frente e dirige-se para a comunidade) Cada um e cada uma de vocês pode deixar que sua vida seja iluminada por Jesus. Assim a vida terá sentido. Mas vocês também podem ser estrelas na vida de outras pessoas. Estrelas que brilham e tornam o caminho da vida mais leve. Estrelas que não buscam engrandecer a si próprias com o seu brilho, mas que apontam para Cristo. Estrelas que não brilham sozinhas, mas que estão ligadas à comunidade daqueles que se deixam guiar por Jesus.
Sara: Isso é o Natal: Festa da comunidade cristã pelo nascimento de Jesus, a luz do mundo!
Todos: (de mãos dadas) Neste Natal, vamos deixar que Deus ilumine nossa vida. Vamos recebê-lo em nossa casa, em nossos corações. Vamos iluminar a vida de outras pessoas porque ele iluminou a nossa vida primeiro.
Enquanto Mateus, Sara, Raquel, a Estrela e a mãe vão acendendo as velas da comunidade, todos cantam o n° 31 do HPD – “Quero ir com os pastores”. Depois que toda a comunidade tem sua vela acesa,pode-se encerrar o Culto de Natal com uma oração, seguida do Pai Nosso. As luzes da igreja são novamente desligadas, as pessoas dão-se as mãos e canta-se “Noite Feliz”.
Quero ir com os pastores. (31 – HPD)
1. Quero ir com os pastores e render a Deus louvores
pelo seu imenso amor, por nos dar o Salvador.
2. Como os anjos jubilaram, quando a nova anunciaram,
quero eu também cantar, paz na terra propagar.
3.Como os magos que vieram que presentes ricos deram,
como o mais precioso dom, dar-lhe-ei meu coração.
4.Meditar vou com Maria sobre a nova da alegria:
que o menino que nasceu é o próprio Deus do céu.
5. Jesus Cristo, minha vida seja só a Ti rendida.
Vem, ó vem em mim morar, minha vida iluminar.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Teatro Infantil de Natal - Lição do Presépio
LIÇÃO DO PRESÉPIO
Personagens
Criança, Maria, José, Pastor 1, Pastor 2, Rei 1, Rei 2, Rei 3, Estrela 1, Estrela 2, Estrela 3, Estrela 4, Sino 1, Sino 2, Sino 3, Primeiro Anjo, Segundo Anjo, Terceiro Anjo e Quarto Anjo.
Material: Uma caixa com uma boneca dentro, representando o menino Jesus e uma manjedoura.
Personagens: vestidos de acordo com seu papel (Anjos com coroa feita com corrente de Natal, Estrelas com coroa de estrela, Sinos máscara ou veste em forma de sino, Reis com coroa e levando os presentes).
Cenário: Uma estrebaria.
Criança: (entra carregando uma caixa) Hoje tirei o dia para arrumar o meu presépio. O tempo está passando e o Natal está ai! Tem tantas coisas que quero colocar em meu presépio este ano, como em todos anos eu faço, lembrar o nascimento de Cristo é muito bom e até divertido. No meu presépio tem Maria e José.( entra Maria e José).
Maria: Que bom fazer parte deste presépio, ainda me lembra da alegria que senti quando o anjo me anunciou que fui a escolhida por Deus para que seu filho viesse ao mundo.
José: Realmente é muito bom, e falando em lembranças, lembro do sufoco que passamos antes do nascimento, e como não havia lugar para ficarmos.
Maria: Pois é, eu já estava para dar a luz e as hospedarias todas lotadas, acabamos ficando em uma estrebaria.
José: E ali naquele lugar entre os animais o filho de Deus nasceu. Humilde para nos dar a maior de todas as alegrias: a salvação. Nós vamos nos sentar em nosso lugar no presépio.
Criança: Olha o que eu achei! (entram os pastores). Eu nem lembrava mais destes pastores.
Pastor 1: Como não lembrava mais, tivemos uma participação importantíssima na noite de Natal.
Pastor 2: Fomos nós os primeiros a visitar o filho de Deus.
Pastor 1: E fomos nós os primeiros seres humanos a contar sobre o nascimento de Jesus, quando voltávamos da estrebaria.
Pastor 2: Sem esquecer da bela visão que tivemos dos anjos anunciando o nascimento. Assim sendo, vamos tomar nossos lugares na estrebaria. (sentam do lado direito)
Criança: Quem mais está aqui? (Entram os reis Magos)
Rei 1: Somos nós, os reis magos, que viemos desde o Oriente para presentear e adorar o menino.
Rei 2: Viajamos muito, mas valeu a pena, a alegria de conhecer o salvador da humanidade retribuiu nossa viagem.
Rei 3: Oferecemos a ele ouro, incenso e mirra (perfume). Assim queremos nosso lugar no presépio. (sentam do lado esquerdo)
Criança: Mas sabem, eu queria tirar alguma coisa do presépio este ano, algumas coisas. Neste Natal, acho que vou colocar menos coisas no presépio. Acredito que ficará bem mais barato. No ano passado coloquei coisas demais! Acho que vou tirar as estrelinhas. (Nisso entram as estrelinhas e a criança diz)
Estrela 1: Espere lá .... Eu não sou uma estrelinha qualquer. Sou a estrela dos reis magos! Não me diga que você vai me tirar este ano do presépio! Sou importantíssima! Basta dizer que fui eu quem embelezou a noite do nascimento de Jesus?
Estrela 2: E depois, não foi só isso... Quem guiou os reis magos, lá do Oriente até Belém? E olhe: eles me seguiram direitinho até a estrebaria onde Jesus estava! Acho que o presépio não pode passar sem mim!
Estrela 3: Como você pode pensar em nos tirar, nós lembramos a noite de Natal com nossas luzes que brilham sem parar. Não podemos ficar de fora.
(A estrelinha fica do lado da criança.)
Criança: Então vou tirar os sinos! (entram os sinos)
Sino1: O quê? Eu que anunciei festivo o nascimento de Jesus. Até hoje, no Natal, toco alegremente em todas as igrejas, anunciando que Jesus nasceu novamente em cada coração.
Sino2: É mesmo, os sinos não podem ficar de fora. Nós agradamos ao bom Deus com o nosso sinal, porque nossa voz se ouve em todas as partes do mundo. É como se os corações de todas as pessoas cantassem conosco um cântico de louvor a Deus.
(O sino fica junto da estrela.)
Criança: Então eu vou tirar os anjos. (entram os anjos)
Primeiro anjo: Como assim? Nós somos da corte celeste. Representamos a alegria que houve no céu quando nasceu o Salvador. Viemos adorar a Jesus, o Deus feito gente. O nosso cântico é repetido todos os dias, a todos os momentos, em todos os lugares e em todos os cultos que são celebrados a Deus neste mundo.
Todos os anjos juntos: “Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre as pessoas a quem Deus quer bem”.
Segundo Anjo: Nós dissemos aos pastores onde deveriam encontrar a Jesus, e dissemos a eles que o menino é o prometido ao Salvador do mundo. Jesus Cristo é aquele que salva a humanidade e nós os anjos anunciamos.
Terceiro Anjo: Como pode nos tirar do presépio já que fomos nós os primeiros a anunciar o nascimento de Cristo. Você pode deixar qualquer um de fora menos os anjos. E além do mais somos tão bonitinhos.
Criança: Eu não sei o que fazer. Eu precisaria deixar algo de fora. Acho que vou deixar o menino Jesus.
Todos Juntos: Não faça isso.
Estrela 1: Você pode me deixar de fora, mas não faça como fazem tantas pessoas que colocam tudo menos Jesus em seu Natal
Sinos: Pode nos deixar de fora.
Sino 1: Sem Jesus não temos por quem badalar de felicidade.
Sino 2: Sem Jesus ficaremos mudos.
Criança: (tristonha) Eu não sei o que fazer diante de vocês. Estou vendo, em tudo isso, que sou a que menos tem agradado a Jesus. Vocês todos fizeram tanta coisa por ele... e eu, faço umas bobagens que entristecem bastante a Jesus. Estou muito triste! Até acho que não mereço preparar o presépio de Jesus!
Estrela 4: Não pense assim, Sabe que, de todos nós, você é a mais feliz?
Criança: (Espantada) Por que, estrelinha?
Estrela 4: Porque você tem uma alma, tem inteligência e a sua vontade é livre! Você pode escolher entre o bem e o mal! Tudo quanto fizer de bom é por vontade própria. Existe coisa que agrade mais a Jesus do que isso?
Criança: É verdade! Eu sinto que, se quisesse mesmo, de verdade, eu poderia ser bem melhor do que sou....Porém, com a ajuda e a graça de Deus, vou vencer os meus defeitos e ser muito boazinha!...
Segundo anjo: E você sabe que nós, anjinhos, até temos inveja de você?
Criança: (Espantada) Anjinho! Por que?
Segundo anjo: Porque os anjos não podem, como você, falar a todas as pessoas de Jesus. E com ele unir-se a todas as pessoas em comunhão. Você pode desejar maior felicidade do que essa?
Estrela 1: Como a estrela você pode anunciar também o nascimento de Jesus e guiar as outras crianças até a manjedoura de Belém, ensinando-as a amarem o nosso Senhor!
Sino 3: Como eu, você também pode elevar para o alto sua prece, que é mais agradável a Deus do que a voz do sino!
Primeiro anjo: E a sua vida pode ser, inteirinha, um cântico de louvor a Deus: fazendo como Jesus ensinou, cumprindo todos os dias a sua vontade e amando-o de todo o seu coração.
Criança: (pensativa) É... pensando bem, acho que vocês tem razão. Gostei muito dessa nossa conversa.... Porque me fez compreender muitas coisas.... Agora, sei como preparar o meu presépio.
Todos os outros juntos: (curiosos) Como é... nós vamos estar no presépio?
Criança: (sorrindo) Sim, meus amiguinhos. Vou colocar vocês todos no meu presépio. Mas principalmente vou colocar o menino Jesus. (Tira uma boneca da caixa e coloca na manjedoura do presépio.)
FIM
Personagens
Criança, Maria, José, Pastor 1, Pastor 2, Rei 1, Rei 2, Rei 3, Estrela 1, Estrela 2, Estrela 3, Estrela 4, Sino 1, Sino 2, Sino 3, Primeiro Anjo, Segundo Anjo, Terceiro Anjo e Quarto Anjo.
Material: Uma caixa com uma boneca dentro, representando o menino Jesus e uma manjedoura.
Personagens: vestidos de acordo com seu papel (Anjos com coroa feita com corrente de Natal, Estrelas com coroa de estrela, Sinos máscara ou veste em forma de sino, Reis com coroa e levando os presentes).
Cenário: Uma estrebaria.
Criança: (entra carregando uma caixa) Hoje tirei o dia para arrumar o meu presépio. O tempo está passando e o Natal está ai! Tem tantas coisas que quero colocar em meu presépio este ano, como em todos anos eu faço, lembrar o nascimento de Cristo é muito bom e até divertido. No meu presépio tem Maria e José.( entra Maria e José).
Maria: Que bom fazer parte deste presépio, ainda me lembra da alegria que senti quando o anjo me anunciou que fui a escolhida por Deus para que seu filho viesse ao mundo.
José: Realmente é muito bom, e falando em lembranças, lembro do sufoco que passamos antes do nascimento, e como não havia lugar para ficarmos.
Maria: Pois é, eu já estava para dar a luz e as hospedarias todas lotadas, acabamos ficando em uma estrebaria.
José: E ali naquele lugar entre os animais o filho de Deus nasceu. Humilde para nos dar a maior de todas as alegrias: a salvação. Nós vamos nos sentar em nosso lugar no presépio.
Criança: Olha o que eu achei! (entram os pastores). Eu nem lembrava mais destes pastores.
Pastor 1: Como não lembrava mais, tivemos uma participação importantíssima na noite de Natal.
Pastor 2: Fomos nós os primeiros a visitar o filho de Deus.
Pastor 1: E fomos nós os primeiros seres humanos a contar sobre o nascimento de Jesus, quando voltávamos da estrebaria.
Pastor 2: Sem esquecer da bela visão que tivemos dos anjos anunciando o nascimento. Assim sendo, vamos tomar nossos lugares na estrebaria. (sentam do lado direito)
Criança: Quem mais está aqui? (Entram os reis Magos)
Rei 1: Somos nós, os reis magos, que viemos desde o Oriente para presentear e adorar o menino.
Rei 2: Viajamos muito, mas valeu a pena, a alegria de conhecer o salvador da humanidade retribuiu nossa viagem.
Rei 3: Oferecemos a ele ouro, incenso e mirra (perfume). Assim queremos nosso lugar no presépio. (sentam do lado esquerdo)
Criança: Mas sabem, eu queria tirar alguma coisa do presépio este ano, algumas coisas. Neste Natal, acho que vou colocar menos coisas no presépio. Acredito que ficará bem mais barato. No ano passado coloquei coisas demais! Acho que vou tirar as estrelinhas. (Nisso entram as estrelinhas e a criança diz)
Estrela 1: Espere lá .... Eu não sou uma estrelinha qualquer. Sou a estrela dos reis magos! Não me diga que você vai me tirar este ano do presépio! Sou importantíssima! Basta dizer que fui eu quem embelezou a noite do nascimento de Jesus?
Estrela 2: E depois, não foi só isso... Quem guiou os reis magos, lá do Oriente até Belém? E olhe: eles me seguiram direitinho até a estrebaria onde Jesus estava! Acho que o presépio não pode passar sem mim!
Estrela 3: Como você pode pensar em nos tirar, nós lembramos a noite de Natal com nossas luzes que brilham sem parar. Não podemos ficar de fora.
(A estrelinha fica do lado da criança.)
Criança: Então vou tirar os sinos! (entram os sinos)
Sino1: O quê? Eu que anunciei festivo o nascimento de Jesus. Até hoje, no Natal, toco alegremente em todas as igrejas, anunciando que Jesus nasceu novamente em cada coração.
Sino2: É mesmo, os sinos não podem ficar de fora. Nós agradamos ao bom Deus com o nosso sinal, porque nossa voz se ouve em todas as partes do mundo. É como se os corações de todas as pessoas cantassem conosco um cântico de louvor a Deus.
(O sino fica junto da estrela.)
Criança: Então eu vou tirar os anjos. (entram os anjos)
Primeiro anjo: Como assim? Nós somos da corte celeste. Representamos a alegria que houve no céu quando nasceu o Salvador. Viemos adorar a Jesus, o Deus feito gente. O nosso cântico é repetido todos os dias, a todos os momentos, em todos os lugares e em todos os cultos que são celebrados a Deus neste mundo.
Todos os anjos juntos: “Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre as pessoas a quem Deus quer bem”.
Segundo Anjo: Nós dissemos aos pastores onde deveriam encontrar a Jesus, e dissemos a eles que o menino é o prometido ao Salvador do mundo. Jesus Cristo é aquele que salva a humanidade e nós os anjos anunciamos.
Terceiro Anjo: Como pode nos tirar do presépio já que fomos nós os primeiros a anunciar o nascimento de Cristo. Você pode deixar qualquer um de fora menos os anjos. E além do mais somos tão bonitinhos.
Criança: Eu não sei o que fazer. Eu precisaria deixar algo de fora. Acho que vou deixar o menino Jesus.
Todos Juntos: Não faça isso.
Estrela 1: Você pode me deixar de fora, mas não faça como fazem tantas pessoas que colocam tudo menos Jesus em seu Natal
Sinos: Pode nos deixar de fora.
Sino 1: Sem Jesus não temos por quem badalar de felicidade.
Sino 2: Sem Jesus ficaremos mudos.
Criança: (tristonha) Eu não sei o que fazer diante de vocês. Estou vendo, em tudo isso, que sou a que menos tem agradado a Jesus. Vocês todos fizeram tanta coisa por ele... e eu, faço umas bobagens que entristecem bastante a Jesus. Estou muito triste! Até acho que não mereço preparar o presépio de Jesus!
Estrela 4: Não pense assim, Sabe que, de todos nós, você é a mais feliz?
Criança: (Espantada) Por que, estrelinha?
Estrela 4: Porque você tem uma alma, tem inteligência e a sua vontade é livre! Você pode escolher entre o bem e o mal! Tudo quanto fizer de bom é por vontade própria. Existe coisa que agrade mais a Jesus do que isso?
Criança: É verdade! Eu sinto que, se quisesse mesmo, de verdade, eu poderia ser bem melhor do que sou....Porém, com a ajuda e a graça de Deus, vou vencer os meus defeitos e ser muito boazinha!...
Segundo anjo: E você sabe que nós, anjinhos, até temos inveja de você?
Criança: (Espantada) Anjinho! Por que?
Segundo anjo: Porque os anjos não podem, como você, falar a todas as pessoas de Jesus. E com ele unir-se a todas as pessoas em comunhão. Você pode desejar maior felicidade do que essa?
Estrela 1: Como a estrela você pode anunciar também o nascimento de Jesus e guiar as outras crianças até a manjedoura de Belém, ensinando-as a amarem o nosso Senhor!
Sino 3: Como eu, você também pode elevar para o alto sua prece, que é mais agradável a Deus do que a voz do sino!
Primeiro anjo: E a sua vida pode ser, inteirinha, um cântico de louvor a Deus: fazendo como Jesus ensinou, cumprindo todos os dias a sua vontade e amando-o de todo o seu coração.
Criança: (pensativa) É... pensando bem, acho que vocês tem razão. Gostei muito dessa nossa conversa.... Porque me fez compreender muitas coisas.... Agora, sei como preparar o meu presépio.
Todos os outros juntos: (curiosos) Como é... nós vamos estar no presépio?
Criança: (sorrindo) Sim, meus amiguinhos. Vou colocar vocês todos no meu presépio. Mas principalmente vou colocar o menino Jesus. (Tira uma boneca da caixa e coloca na manjedoura do presépio.)
FIM
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Teatro Infantil de Natal - A Estrelinha Mágica
A ESTRELINHA MÁGICA
Personagens:ESTRELINHA, ÁRVORES, FABRICANTE DE BONECOS, NEGOCIANTE DE BRINQUEDOS, BONECOS
Cena 1
Ao início, doze (12) crianças entram no palco e formam três grupos de quatro crianças. Esses grupos se colocam no palco da seguinte maneira: 1 grupo à direita, outro ao centro e o outro à esquerda. Todas as crianças abaixam-se, com os joelhos no chão e a cabeça inclinada sobre as coxas. Ouve-se, então, música suave. As crianças começam uma expressão corporal imitando o nascimento da árvore. Erguem-se lentamente e, com os braços imitando galhos, colocam-se de pé imitando árvores, imóveis.
De repente, entre as ÁRVORES aparece a ESTRELINHA.
ESTRELINHA (com expressão de tristeza, canta {usar a melodia de "Ciranda,cirandinha...”}):
Eu sou uma estrelinha
Muito triste, do espaço.
Mas na terra estou perdida...
E agora, o que eu faço?
ÁRVORE A (estática, canta):
Se você é estrelinha,
Nós já vamos animá-la.
Mas é pena não podemos
Nunca, nunca acompanhá-la.
ESTRELINHA – Por quê?
ÁRVORE B - Não podemos sair do lugar...
ÁRVORE A - Se você se afastar um pouco, ficará longe de nós...
ESTRELINHA – Ora, mas eu posso resolver esse problema. Afinal, estamos no Natal!
ÁRVORE B - E isso faz diferença?
ESTRELINHA - Claro! No Natal eu fico com poderes mágicos. Vocês querem ver?
ÁRVORE A - Se é isso que você quer...
ESTRELINHA – Pois muito bem. Aprontem-se. Vou dizer a minha palavra mágica. (fala bem alto, movimentando bastante os braços): Balabadim, a minha mágica é assim! (e as
ÁRVORES começam a saltitar e a correr, como humanas).
ÁRVORE B - (abraça a ESTRELINHA): Você é maravilhosa!
ÁRVORE A – (muito alegre):
Como é gostoso Estrelinha,
A gente poder andar.
Felizes então amiguinhas
Vamos todas dançar.
Ao rítimo de música bem alegre, todas dançam, felizes. Depois...
ÁRVORE C - Venha, Estrelinha. Vamos levá-la à casa dos bonecos.
E todas deixam o palco, alegres.
Cena 2
Entra o FABRICANTE de bonecos. Triste, ele canta (usar a melodia de “Terezinha de
Jesus...”).
FABRICANTE –
Mas que triste, triste estou,
Que terrível situação.
Ninguém compra meus bonecos
E já estou sem um tostão.
Cabisbaixo, o FABRICANTE senta-se num canto, em silêncio. Então, surge o NEGOCIANTE
de brinquedos.
NEGOCIANTE (áspero, fala ao FABRICANTE): Vim devolver os seus bonecos. Eles não tem
vida...
FABRICANTE – Eu já esperava por isso. Ninguém mais quer meus bonecos... E eu os
fabriquei especialmente para este Natal...
NEGOCIANTE (canta {usar a melodia de “Atirei um pau no gato-to...”}):
Seus bonecos não tem vida-da-da,
Seu trabalho-lho foi em vão, vão, vão...
Aconselho-lho que se aposente-te
Para o bem, para o bem desta Nação. (e deixa o palco).
Cena 3
Nesse momento, entram a ESTRELINHA e as (três) ÁRVORES (A, B e C).
ÁRVORE-A - Estrelinha, este é o famoso Fabricante de Bonecos.
ESTRELINHA – Como vai, “seu” Fabricante de Bonecos?
FABRICANTE - Mal, muito mal. Ninguém quer os meus bonecos...
ÁRVORE-B - Mas o senhor não é famoso?
FABRICANTE - Não sou mais. Todos dizem que meus bonecos não tem vida...
ÁRVORE-C - E o Natal? As crianças ficarão tristes sem seus bonecos...
FABRICANTE – Infelizmente, eu nada posso fazer...
ESTRELINHA - Mas eu posso! (e canta {usar a melodia de “A canoa virou...”}):
Resolver o seu problema
Vai ser fácil para mim.
Vou dar vida aos seus bonecos,
Vou falar balabadim.
FABRICANTE - Mas o que é balabadim?
ESTREILHA - Balabadim é uma palavra mágica. Traga seus bonecos e eu mostrarei como
se faz.
O FABRICANTE bate palmas e os BONECOS entram com a seguinte postura: corpo curvado
para frente, braços caídos, soltos, cabeça baixa, andar lento e cambaleante. Espalham-se pelo palco, mais ou menos em semicírculo. E ficam imóveis, na postura indicada.
ESTRELINHA (coloca-se à frente dos BONECOS e, com movimentos de braços, exclama):
Balabadim, a minha mágica é assim!
Os BONECOS colocam-se eretos, soltos, alegres. E cantam (melodia de “mulher rendeira”):
BONECOS –
Olá, já temos vida!
Olá, vida já temos!
Somos todos bons bonecos,
Bom dinheiro então valemos...
Cena 4
Sob o ritmo de música bem alegre, todos dançam, inclusive o FABRICANTE, a ESTRELINHA
e as ÁRVORES. Enquanto eles dançam, volta o NEGOCIANTE que, surpreso, observa tudo.
Ao final da música...
NEGOCIANTE (entusiasmado): Compro todos os BONECOS. Agora, eles têm vida!
TODOS (muito alegres): Viva!
NEGOCIANTE (para os BONECOS): Queridos Bonecos, acompanhem-me! Vamos alegrar
as crianças neste Natal. (e deixa o palco seguido pelos BONECOS).
A ESTRELINHA, então, põe-se triste.
FABRICANTE (aproxima-se dela): O que faz você triste, meu bem?
ESTRELINHA – Estou perdida no espaço. Não sei mais o caminho de volta...
FABRICANTE - Pois então, alegre-se! Eu vou mostrar para você o caminho de volta. Espere um pouquinho só. (e sai)
ÁRVORE-A - Ele tem um montão de mapas.
ÁRVORE-B - Mapas muito velhos...
ÁRVORE-C - Talvez ele tenha o mapa do lugar...
ESTRELINHA - Engraçado, eu gosto muito dele... E nem sei o seu nome...
ARVORE-A - Também não sabemos. Mas as crianças costumam chamá-lo de Noel...
FABRICANTE (volta com um grande mapa nas mãos): Este mapa é tão velho quanto o
mundo. (com movimentos exagerados, coloca o mapa no chão e debruça-se sobre ele):
Venham ver.
Todos se aproximam.
ESTRELINHA (examina, atentamente, o mapa): Deixe-me ver... (dá um salto de alegria): É aqui! (mostra no mapa) Eu moro aqui, neste pedaço do céu...
FABRICANTE - Eu sabia. Os meus velhos mapas não falham!
ESTRELINHA (um tanto triste): Adeus, amigos! Chegou a hora de eu partir...(abraça todos e deixa o palco, sempre ‘acenando’ adeuses e beijos).
Todos os que estavam fora do palco retornam, menos a ESTRELINHA. E olham para cima,
como se buscassem alguma coisa no céu. De repente...
NEGOCIANTE (apontando): Lá está ela! E como brilha!
FABRICANTE (emocionado): Sim, é a minha ESTRELINHA MÁGICA!
Então, todos cantam (melodia da “Estrela Dalva, no céu desponta...”) enquanto acenam para o alto:
A estrela Dalva, no céu desponta,
E a lua anda tonta com tamanho esplendor...
E as pastorinhas, pra consolo da lua,
Vão cantando na rua lindos versos de amor...
F I M
Personagens:ESTRELINHA, ÁRVORES, FABRICANTE DE BONECOS, NEGOCIANTE DE BRINQUEDOS, BONECOS
Cena 1
Ao início, doze (12) crianças entram no palco e formam três grupos de quatro crianças. Esses grupos se colocam no palco da seguinte maneira: 1 grupo à direita, outro ao centro e o outro à esquerda. Todas as crianças abaixam-se, com os joelhos no chão e a cabeça inclinada sobre as coxas. Ouve-se, então, música suave. As crianças começam uma expressão corporal imitando o nascimento da árvore. Erguem-se lentamente e, com os braços imitando galhos, colocam-se de pé imitando árvores, imóveis.
De repente, entre as ÁRVORES aparece a ESTRELINHA.
ESTRELINHA (com expressão de tristeza, canta {usar a melodia de "Ciranda,cirandinha...”}):
Eu sou uma estrelinha
Muito triste, do espaço.
Mas na terra estou perdida...
E agora, o que eu faço?
ÁRVORE A (estática, canta):
Se você é estrelinha,
Nós já vamos animá-la.
Mas é pena não podemos
Nunca, nunca acompanhá-la.
ESTRELINHA – Por quê?
ÁRVORE B - Não podemos sair do lugar...
ÁRVORE A - Se você se afastar um pouco, ficará longe de nós...
ESTRELINHA – Ora, mas eu posso resolver esse problema. Afinal, estamos no Natal!
ÁRVORE B - E isso faz diferença?
ESTRELINHA - Claro! No Natal eu fico com poderes mágicos. Vocês querem ver?
ÁRVORE A - Se é isso que você quer...
ESTRELINHA – Pois muito bem. Aprontem-se. Vou dizer a minha palavra mágica. (fala bem alto, movimentando bastante os braços): Balabadim, a minha mágica é assim! (e as
ÁRVORES começam a saltitar e a correr, como humanas).
ÁRVORE B - (abraça a ESTRELINHA): Você é maravilhosa!
ÁRVORE A – (muito alegre):
Como é gostoso Estrelinha,
A gente poder andar.
Felizes então amiguinhas
Vamos todas dançar.
Ao rítimo de música bem alegre, todas dançam, felizes. Depois...
ÁRVORE C - Venha, Estrelinha. Vamos levá-la à casa dos bonecos.
E todas deixam o palco, alegres.
Cena 2
Entra o FABRICANTE de bonecos. Triste, ele canta (usar a melodia de “Terezinha de
Jesus...”).
FABRICANTE –
Mas que triste, triste estou,
Que terrível situação.
Ninguém compra meus bonecos
E já estou sem um tostão.
Cabisbaixo, o FABRICANTE senta-se num canto, em silêncio. Então, surge o NEGOCIANTE
de brinquedos.
NEGOCIANTE (áspero, fala ao FABRICANTE): Vim devolver os seus bonecos. Eles não tem
vida...
FABRICANTE – Eu já esperava por isso. Ninguém mais quer meus bonecos... E eu os
fabriquei especialmente para este Natal...
NEGOCIANTE (canta {usar a melodia de “Atirei um pau no gato-to...”}):
Seus bonecos não tem vida-da-da,
Seu trabalho-lho foi em vão, vão, vão...
Aconselho-lho que se aposente-te
Para o bem, para o bem desta Nação. (e deixa o palco).
Cena 3
Nesse momento, entram a ESTRELINHA e as (três) ÁRVORES (A, B e C).
ÁRVORE-A - Estrelinha, este é o famoso Fabricante de Bonecos.
ESTRELINHA – Como vai, “seu” Fabricante de Bonecos?
FABRICANTE - Mal, muito mal. Ninguém quer os meus bonecos...
ÁRVORE-B - Mas o senhor não é famoso?
FABRICANTE - Não sou mais. Todos dizem que meus bonecos não tem vida...
ÁRVORE-C - E o Natal? As crianças ficarão tristes sem seus bonecos...
FABRICANTE – Infelizmente, eu nada posso fazer...
ESTRELINHA - Mas eu posso! (e canta {usar a melodia de “A canoa virou...”}):
Resolver o seu problema
Vai ser fácil para mim.
Vou dar vida aos seus bonecos,
Vou falar balabadim.
FABRICANTE - Mas o que é balabadim?
ESTREILHA - Balabadim é uma palavra mágica. Traga seus bonecos e eu mostrarei como
se faz.
O FABRICANTE bate palmas e os BONECOS entram com a seguinte postura: corpo curvado
para frente, braços caídos, soltos, cabeça baixa, andar lento e cambaleante. Espalham-se pelo palco, mais ou menos em semicírculo. E ficam imóveis, na postura indicada.
ESTRELINHA (coloca-se à frente dos BONECOS e, com movimentos de braços, exclama):
Balabadim, a minha mágica é assim!
Os BONECOS colocam-se eretos, soltos, alegres. E cantam (melodia de “mulher rendeira”):
BONECOS –
Olá, já temos vida!
Olá, vida já temos!
Somos todos bons bonecos,
Bom dinheiro então valemos...
Cena 4
Sob o ritmo de música bem alegre, todos dançam, inclusive o FABRICANTE, a ESTRELINHA
e as ÁRVORES. Enquanto eles dançam, volta o NEGOCIANTE que, surpreso, observa tudo.
Ao final da música...
NEGOCIANTE (entusiasmado): Compro todos os BONECOS. Agora, eles têm vida!
TODOS (muito alegres): Viva!
NEGOCIANTE (para os BONECOS): Queridos Bonecos, acompanhem-me! Vamos alegrar
as crianças neste Natal. (e deixa o palco seguido pelos BONECOS).
A ESTRELINHA, então, põe-se triste.
FABRICANTE (aproxima-se dela): O que faz você triste, meu bem?
ESTRELINHA – Estou perdida no espaço. Não sei mais o caminho de volta...
FABRICANTE - Pois então, alegre-se! Eu vou mostrar para você o caminho de volta. Espere um pouquinho só. (e sai)
ÁRVORE-A - Ele tem um montão de mapas.
ÁRVORE-B - Mapas muito velhos...
ÁRVORE-C - Talvez ele tenha o mapa do lugar...
ESTRELINHA - Engraçado, eu gosto muito dele... E nem sei o seu nome...
ARVORE-A - Também não sabemos. Mas as crianças costumam chamá-lo de Noel...
FABRICANTE (volta com um grande mapa nas mãos): Este mapa é tão velho quanto o
mundo. (com movimentos exagerados, coloca o mapa no chão e debruça-se sobre ele):
Venham ver.
Todos se aproximam.
ESTRELINHA (examina, atentamente, o mapa): Deixe-me ver... (dá um salto de alegria): É aqui! (mostra no mapa) Eu moro aqui, neste pedaço do céu...
FABRICANTE - Eu sabia. Os meus velhos mapas não falham!
ESTRELINHA (um tanto triste): Adeus, amigos! Chegou a hora de eu partir...(abraça todos e deixa o palco, sempre ‘acenando’ adeuses e beijos).
Todos os que estavam fora do palco retornam, menos a ESTRELINHA. E olham para cima,
como se buscassem alguma coisa no céu. De repente...
NEGOCIANTE (apontando): Lá está ela! E como brilha!
FABRICANTE (emocionado): Sim, é a minha ESTRELINHA MÁGICA!
Então, todos cantam (melodia da “Estrela Dalva, no céu desponta...”) enquanto acenam para o alto:
A estrela Dalva, no céu desponta,
E a lua anda tonta com tamanho esplendor...
E as pastorinhas, pra consolo da lua,
Vão cantando na rua lindos versos de amor...
F I M
Teatro infantil de Natal - A Estrela Humilde
A ESTRELA HUMILDE
Sabe os sentimentos de orgulho que contrasta com humilhação?
Sabe o desejo de mostrar-se melhor do que os outros?
Atitudes pra fazer os outros sentirem-se ridículos.
Grupinho que se acha melhor do que os outros, zomba...
Pois bem, nesta história estes sentimentos e atitudes são vividos pelas estrelas...
Personagens:- 6 estrelas - Anjos- 3 pastores - Narrador- Maria e José - Jesus (boneco)
I CENA
4 estrelas estão conversando
1ª ESTRELA: Que vestido bonito você está hoje!
2ª ESTRELA: É, também custou uma nota!
3ª ESTRELA: Onde é que você o comprou?
2ª ESTRELA: Numa outra cidade. Tem cada vestido lindo, que vocês precisam ver!
4ª ESTRELA: Ah! Então também vou lá comprar um para mim. Quero um com muito brilho!
1ª e 2ª ESTRELA: Ah! Eu também vou!
(Entra em cena a 5ª Estrela, pobre que fica olhando de longe)
1ª ESTRELA: Olhem lá aquela estrela. Que roupa mais simples. Certamente ela a comprou aqui, numa lojinha barata!
2ª ESTRELA: É, ela só tem coisas baratas!
3ª ESTRELA: Ela também nem sabe o que é uma roupa fina, porque nunca vai a festas chiques!
4ª ESTRELA: Por que será? Eu vou lá perguntar?
1ª ESTRELA: Não vai não. É melhor a gente não se meter com esse tipo de gentinha!
( Entra a 6ª Estrela, apressada )
6ª ESTRELA: Vocês já sabem da novidade?
1ª, 2ª, 3ª E 4ª ESTRELAS): O quê? Fale logo!
6ª ESTRELA: Eu ouvi que vai ter uma festa lá na terra. Vai nascer um Salvador do mundo. Falaram que ele será um Rei e, quem o enxergar, terá um brilho lindo. Disseram também que, quem o enxergar primeiro, terá um brilho especial!
TODAS: Oba!
1ª ESTRELA: Então temos que nos apressar e ir até à terra para ver este Salvador!
( 5ª Estrela se aproxima )
5ª ESTRELA: O que foi que você falou?
6ª ESTRELA: Vai nascer o Salvador lá na terra. E, quem o enxergar vai ter um brilho especial! Nós vamos até a terra, para esperar o Salvador!
5ª ESTRELA: Posso ir com vocês?
1ª ESTRELA: Com esta roupa?
2ª ESTRELA: Ele certamente nascerá num palácio, porque será um rei!
3ª ESTRELA: É, e para entrar num palácio a gente precisa estar bem vestida!
1ª ESTRELA: Eu já sei onde vou esperá-lo. Vou lá no PALÁCIO GRANDEZA, porque ele é o maior de todos.
2ª ESTRELA: É, mas o PALÁCIO MORDOMIA tem mais empregados e por isso vou para lá, porque ele poderá nascer neste palácio!
3ª ESTRELA: Pois eu acho que ele vai nascer no PALÁCIO LUXÚRIA, que é o mais rico de todos! ( A 4ª Estrela pega no braço da 6ª ESTRELA:)
4ª ESTRELA: Bem, então nós vamos esperar no PALÁCIO PODER, porque é lá que tem o maior número de guardas e deve ser lá que vai nascer o Rei do mundo.
(6ª Estrela fala para a 5ª ESTRELA:)
6ª ESTRELA: Você pode esperar lá naquela estrebaria. Isto combina melhor com você e lá eles vão deixá-la entrar.
(Todos se retiram)
II CENA
(Entram José e Maria e um grupo de anjos carregando a manjedoura. Os anjos cantam)
(5ª Estrela chega cansada)
5ª ESTRELA: Como estou cansada. Andei tanto. Agora vou ver se posso descansar um pouquinho aqui nesta estrebaria. ( Atrás da estrela vem os pastores)
1º PASTOR: Achamos! O anjo disse que iríamos encontrar a criança deitada numa manjedoura!
2º PASTOR: É mesmo! Este é o Salvador do mundo!
3º PASTOR: Vamos depressa adorá-lo!
(Vão até a manjedoura)
(5ª Estrela fica parada).
5ª ESTRELA: Então aqui nasceu o Salvador? Num lugar tão humilde nasceu o Rei do mundo? Eu também quero ir com os pastores até lá, para adorá-lo.
(5ª Estrela vai e se ajoelha diante do Salvador. Os anjos formam um círculo ao redor da manjedoura, cantando um hino. Quando abrem o círculo, a 5ª Estrela aparece com a roupa de brilho especial e os pastores com sorrisos no rosto. Chegam as outras estrelas).
6ª ESTRELA: Olhem! Aqui nesta estrebaria pobre nasceu o Rei do mundo!
NARRADOR: “Sim, o Salvador do mundo nasceu para todos. Se tivesse nascido num daqueles palácios, só os ricos entrariam para vê-lo, ficando os pobres do lado de fora. Aqui, todos podem vir adorá-lo, todos estão convidados, todos entram, tanto faz ser rico ou pobre, grande ou pequeno. Porque o Salvador veio salvar a todos que o procuram!
(As outras estrelas vão até a manjedoura e recebem, cada uma, uma estrela brilhante na cabeça).
FIM
Sabe os sentimentos de orgulho que contrasta com humilhação?
Sabe o desejo de mostrar-se melhor do que os outros?
Atitudes pra fazer os outros sentirem-se ridículos.
Grupinho que se acha melhor do que os outros, zomba...
Pois bem, nesta história estes sentimentos e atitudes são vividos pelas estrelas...
Personagens:- 6 estrelas - Anjos- 3 pastores - Narrador- Maria e José - Jesus (boneco)
I CENA
4 estrelas estão conversando
1ª ESTRELA: Que vestido bonito você está hoje!
2ª ESTRELA: É, também custou uma nota!
3ª ESTRELA: Onde é que você o comprou?
2ª ESTRELA: Numa outra cidade. Tem cada vestido lindo, que vocês precisam ver!
4ª ESTRELA: Ah! Então também vou lá comprar um para mim. Quero um com muito brilho!
1ª e 2ª ESTRELA: Ah! Eu também vou!
(Entra em cena a 5ª Estrela, pobre que fica olhando de longe)
1ª ESTRELA: Olhem lá aquela estrela. Que roupa mais simples. Certamente ela a comprou aqui, numa lojinha barata!
2ª ESTRELA: É, ela só tem coisas baratas!
3ª ESTRELA: Ela também nem sabe o que é uma roupa fina, porque nunca vai a festas chiques!
4ª ESTRELA: Por que será? Eu vou lá perguntar?
1ª ESTRELA: Não vai não. É melhor a gente não se meter com esse tipo de gentinha!
( Entra a 6ª Estrela, apressada )
6ª ESTRELA: Vocês já sabem da novidade?
1ª, 2ª, 3ª E 4ª ESTRELAS): O quê? Fale logo!
6ª ESTRELA: Eu ouvi que vai ter uma festa lá na terra. Vai nascer um Salvador do mundo. Falaram que ele será um Rei e, quem o enxergar, terá um brilho lindo. Disseram também que, quem o enxergar primeiro, terá um brilho especial!
TODAS: Oba!
1ª ESTRELA: Então temos que nos apressar e ir até à terra para ver este Salvador!
( 5ª Estrela se aproxima )
5ª ESTRELA: O que foi que você falou?
6ª ESTRELA: Vai nascer o Salvador lá na terra. E, quem o enxergar vai ter um brilho especial! Nós vamos até a terra, para esperar o Salvador!
5ª ESTRELA: Posso ir com vocês?
1ª ESTRELA: Com esta roupa?
2ª ESTRELA: Ele certamente nascerá num palácio, porque será um rei!
3ª ESTRELA: É, e para entrar num palácio a gente precisa estar bem vestida!
1ª ESTRELA: Eu já sei onde vou esperá-lo. Vou lá no PALÁCIO GRANDEZA, porque ele é o maior de todos.
2ª ESTRELA: É, mas o PALÁCIO MORDOMIA tem mais empregados e por isso vou para lá, porque ele poderá nascer neste palácio!
3ª ESTRELA: Pois eu acho que ele vai nascer no PALÁCIO LUXÚRIA, que é o mais rico de todos! ( A 4ª Estrela pega no braço da 6ª ESTRELA:)
4ª ESTRELA: Bem, então nós vamos esperar no PALÁCIO PODER, porque é lá que tem o maior número de guardas e deve ser lá que vai nascer o Rei do mundo.
(6ª Estrela fala para a 5ª ESTRELA:)
6ª ESTRELA: Você pode esperar lá naquela estrebaria. Isto combina melhor com você e lá eles vão deixá-la entrar.
(Todos se retiram)
II CENA
(Entram José e Maria e um grupo de anjos carregando a manjedoura. Os anjos cantam)
(5ª Estrela chega cansada)
5ª ESTRELA: Como estou cansada. Andei tanto. Agora vou ver se posso descansar um pouquinho aqui nesta estrebaria. ( Atrás da estrela vem os pastores)
1º PASTOR: Achamos! O anjo disse que iríamos encontrar a criança deitada numa manjedoura!
2º PASTOR: É mesmo! Este é o Salvador do mundo!
3º PASTOR: Vamos depressa adorá-lo!
(Vão até a manjedoura)
(5ª Estrela fica parada).
5ª ESTRELA: Então aqui nasceu o Salvador? Num lugar tão humilde nasceu o Rei do mundo? Eu também quero ir com os pastores até lá, para adorá-lo.
(5ª Estrela vai e se ajoelha diante do Salvador. Os anjos formam um círculo ao redor da manjedoura, cantando um hino. Quando abrem o círculo, a 5ª Estrela aparece com a roupa de brilho especial e os pastores com sorrisos no rosto. Chegam as outras estrelas).
6ª ESTRELA: Olhem! Aqui nesta estrebaria pobre nasceu o Rei do mundo!
NARRADOR: “Sim, o Salvador do mundo nasceu para todos. Se tivesse nascido num daqueles palácios, só os ricos entrariam para vê-lo, ficando os pobres do lado de fora. Aqui, todos podem vir adorá-lo, todos estão convidados, todos entram, tanto faz ser rico ou pobre, grande ou pequeno. Porque o Salvador veio salvar a todos que o procuram!
(As outras estrelas vão até a manjedoura e recebem, cada uma, uma estrela brilhante na cabeça).
FIM
Teatro Infantil de Natal - De quem é o Natal?
De quem é o Natal ?
Jesus, o Papai Noel e as crianças, já imaginou este encontro? Pois leia esta história.
Personagens:
- Papai Noel ( vestido a caráter )
- Jesus
- Algumas Crianças ( umas 8,10; entre 6 e 10 anos )
- Narrador ( a )
Jesus entra acompanhado de algumas crianças que proclamam o seu nome.
Algumas das crianças dizem ( uma de cada vez ):
CRIANÇAS: Jesus, Jesus, filho de Davi.
É Jesus o nosso Salvador.
Hoje é natal, dia do nascimento de Jesus.
Ele é nosso Rei.
NARRADOR: Há alguns milênios atrás, numa noite de natal, nascia o menino Jesus, aquele a quem Deus fez descer do céu e se fazer homem para morrer pelos nosso pecados. Através do seu sacrifício na cruz do calvário nós temos a vida eterna.
CRIANÇAS:
Jesus, Jesus, filho de Davi.
Jesus, nosso salvador.
Então entra o Papai Noel tocando seu sino:
Ouhh Ouhh Ouhh...
UMA DAS CRIANÇAS GRITA: É o papai Noel, é o papai Noel !
Então as criança correm até o Papai Noel.
UMA DAS CRIANÇAS DIZ: Mas Jesus é o papai do céu !
PAPAI NOEL: Mas eu posso lhes dar presentes.
UMA CRIANÇA: Eu quero uma bicicleta.
PAPAI NOEL: Hoje é o meu dia crianças e de vocês são os meus presentes.
JESUS: Todos os dias são meus dias crianças e de vocês são o meu reino !
PAPAI NOEL ( sorridente ): Crianças, eu posso lhes dar uma linda casa.
JESUS: E eu posso lhes abrigar debaixo das minhas asas.
PAPAI NOEL: Eu posso lhes dar uma televisão.
JESUS: E eu posso lhes mostrar coisas grandes e ocultas que não sabeis.
PAPAI NOEL: Eu posso lhes dar um lindo sofá
JESUS: Mas só eu posso lhes dar o descanso.
PAPAI NOEL ( vai se irritando ): Eu posso lhes dar comida !
JESUS: Mas eu sou o pão da vida.
PAPAI NOEL: ( cada vez mais irritado e olhando firme para Jesus ): Eu posso lhes dar uma piscina.
JESUS: Mas Mas eu posso lhes fazer nadar pelo rio das águas que saem do trono de Deus.
PAPAI NOEL: Eu posso lhes dar diversos brinquedos.
JESUS: Mas somente eu posso dar a verdadeira alegria.
PAPAI NOEL: Eu viajei do Polo Norte até aqui, só por causa de vocês.
JESUS: E eu apanhei, fui crucificado e morto pensando em vocês.
PAPAI NOEL ( vai se entristecendo, no fundo reconhecendo que só Jesus é o Senhor ): Eu posso lhes dar a roupa de um super-herói
JESUS: E eu posso dar-lhes a armadura de Deus.
PAPAI NOEL:( quase que chorando ) Mas eu posso levá-los para a Disney.
JESUS: Mas só através de mim vocês podem ir para o céu e Ter a vida eterna.
UMA DAS CRIANÇAS: Desculpe papai Noel mas eu preciso de Jesus ( então corre até Jesus )
OUTRA CRIANÇA: Eu também preciso dele, desculpe-me ( então corre até Jesus ).
OUTRA CRIANÇA: Desculpe-me papai Noel, mas...
Então todas vão até Jesus.
JESUS: Aquele que não for como uma criança, jamais herdará o Reino dos céus.
PAPAI NOEL: (diz para Jesus)
Devo reconhecer que por mais que eu faça, jamais darei a qualquer criança, a alegria que tu podes dar.
Posso ir contigo também ?
JESUS: Mas é claro !
Então começam a se retirar e antes de sair o papai Noel diz para o público:
PAPAI NOEL: Natal não significa peru, presentes e nem árvores enfeitadas, natal quer dizer que nasceu aquele que pode nos dar a vida eterna.
Então saem.
Fim.
Jesus, o Papai Noel e as crianças, já imaginou este encontro? Pois leia esta história.
Personagens:
- Papai Noel ( vestido a caráter )
- Jesus
- Algumas Crianças ( umas 8,10; entre 6 e 10 anos )
- Narrador ( a )
Jesus entra acompanhado de algumas crianças que proclamam o seu nome.
Algumas das crianças dizem ( uma de cada vez ):
CRIANÇAS: Jesus, Jesus, filho de Davi.
É Jesus o nosso Salvador.
Hoje é natal, dia do nascimento de Jesus.
Ele é nosso Rei.
NARRADOR: Há alguns milênios atrás, numa noite de natal, nascia o menino Jesus, aquele a quem Deus fez descer do céu e se fazer homem para morrer pelos nosso pecados. Através do seu sacrifício na cruz do calvário nós temos a vida eterna.
CRIANÇAS:
Jesus, Jesus, filho de Davi.
Jesus, nosso salvador.
Então entra o Papai Noel tocando seu sino:
Ouhh Ouhh Ouhh...
UMA DAS CRIANÇAS GRITA: É o papai Noel, é o papai Noel !
Então as criança correm até o Papai Noel.
UMA DAS CRIANÇAS DIZ: Mas Jesus é o papai do céu !
PAPAI NOEL: Mas eu posso lhes dar presentes.
UMA CRIANÇA: Eu quero uma bicicleta.
PAPAI NOEL: Hoje é o meu dia crianças e de vocês são os meus presentes.
JESUS: Todos os dias são meus dias crianças e de vocês são o meu reino !
PAPAI NOEL ( sorridente ): Crianças, eu posso lhes dar uma linda casa.
JESUS: E eu posso lhes abrigar debaixo das minhas asas.
PAPAI NOEL: Eu posso lhes dar uma televisão.
JESUS: E eu posso lhes mostrar coisas grandes e ocultas que não sabeis.
PAPAI NOEL: Eu posso lhes dar um lindo sofá
JESUS: Mas só eu posso lhes dar o descanso.
PAPAI NOEL ( vai se irritando ): Eu posso lhes dar comida !
JESUS: Mas eu sou o pão da vida.
PAPAI NOEL: ( cada vez mais irritado e olhando firme para Jesus ): Eu posso lhes dar uma piscina.
JESUS: Mas Mas eu posso lhes fazer nadar pelo rio das águas que saem do trono de Deus.
PAPAI NOEL: Eu posso lhes dar diversos brinquedos.
JESUS: Mas somente eu posso dar a verdadeira alegria.
PAPAI NOEL: Eu viajei do Polo Norte até aqui, só por causa de vocês.
JESUS: E eu apanhei, fui crucificado e morto pensando em vocês.
PAPAI NOEL ( vai se entristecendo, no fundo reconhecendo que só Jesus é o Senhor ): Eu posso lhes dar a roupa de um super-herói
JESUS: E eu posso dar-lhes a armadura de Deus.
PAPAI NOEL:( quase que chorando ) Mas eu posso levá-los para a Disney.
JESUS: Mas só através de mim vocês podem ir para o céu e Ter a vida eterna.
UMA DAS CRIANÇAS: Desculpe papai Noel mas eu preciso de Jesus ( então corre até Jesus )
OUTRA CRIANÇA: Eu também preciso dele, desculpe-me ( então corre até Jesus ).
OUTRA CRIANÇA: Desculpe-me papai Noel, mas...
Então todas vão até Jesus.
JESUS: Aquele que não for como uma criança, jamais herdará o Reino dos céus.
PAPAI NOEL: (diz para Jesus)
Devo reconhecer que por mais que eu faça, jamais darei a qualquer criança, a alegria que tu podes dar.
Posso ir contigo também ?
JESUS: Mas é claro !
Então começam a se retirar e antes de sair o papai Noel diz para o público:
PAPAI NOEL: Natal não significa peru, presentes e nem árvores enfeitadas, natal quer dizer que nasceu aquele que pode nos dar a vida eterna.
Então saem.
Fim.
Teatro Infantil de Natal - Oh Vinde Meninos!
OH VINDE MENINOS
Peça teatral para ser apresentada antes de cantar o hino “Oh vinde meninos”.
Crianças estão brincando, bem na época que Jesus nasceu, em Belém...
Natal
1º ATO
(Um grupo de crianças entra no palco e brinca. Pode-se pegar pedrinhas e encenar um jogo de bola de gude ou jogar pedrinhas para o alto e deixando-as cair sobre as costas da mão).
JUDÁ - (Entra e fala) - Acho que aqui está bom para brincarmos.
RUBEM - É mesmo, como é gostoso brincar debaixo desta árvore!
MARTA - Sim, ela tem uma sombra tão boa, nos protege desse sol quente.
(As crianças brincam durante algum tempo.)
NOEMI - Ai, como está quente. (Enxuga o suor do rosto). Que vontade que me dá de tomar um bom suco de uva agora...
SIMEÃO - Então vamos descansar um pouquinho … (Sentam-se em círculo).
JUDÁ - Vocês sabem o que meu pai contou ontem à noite lá em casa?
TODOS - O que?!!
JUDÁ - Ele nos contou algo sobre o Messias.
MARTA - Messias??? Que Messias???
SARA - O Messias é aquele Filho prometido por Deus, não é mesmo? …
RUBEM - Mas é mesmo … Ainda ontem o mestre falou sobre isso lá na sinagoga, não foi?
NOEMI - Mas será que ele virá mesmo? Afinal, já faz tanto tempo que estamos esperando por um Messias …
SIMEÃO - Tomara que ele venha logo… para nos livrar desses romanos. Já está mais do que na hora …
SARA - Não tenho certeza, mas parece-me que ele vai nascer aqui em Belém. Decerto vai ser filho de um rei!
JUDÁ - Olha pessoal, temos que ir para casa. Está na hora da oração.
RUBEM - Tudo bem. Amanhã nos encontraremos aqui novamente, certo?
TODOS - Certo. Shalom! (Saem)
2º ATO
(As crianças voltam para o mesmo lugar. À medida que forem chegando, cumprimentam-se e sentam. Entram todos, menos JUDÁ e SARA. As crianças começam a brincar).
MARTA - Será que Sara e Judá não vêm? Como eles estão demorando hoje!!
RUBEM - Vocês olharam para as estrelas ontem à noite? Viram aquela bem grande, com aquele rabo bem comprido?
NOEMI - Mas é claro … Ficamos olhando muito tempo para ela. Como ela era linda … (Continuam brincando. Judá e Sara entram correndo, afobados).
JUDÁ - (Cansado de correr) - Olá, gente! Acabamos de ouvir uma grande notícia …
TODOS - O que foi???
SARA - O Messias nasceu!!!
NOEMI - O que??? O Messias nasceu?
SIMEÃO - Aqui em Belém?
MARTA - Mas então contem logo como foi …
JUDÁ - Acabamos de encontrar os pastores de ovelhas. Eles nos disseram que os anjos deram a notícia para eles de que naquele estábulo, perto da hospedaria, nasceu o Filho de Deus. E o nome dele é Jesus.
MARTA - Puxa! Ah, como eu gostaria de ir até lá e ver esse Jesus …
SIMEÃO - E por que não vamos? Vamos todos até lá, agora mesmo.
TODOS - Isso mesmo, vamos!
(Saem cantando: OH VINDE MENINOS )
Hino – Oh vinde meninos
Ó vinde, meninos, não falte ninguém!
Ó vinde ao presépio, ó vinde a Belém!
E vede o que Deus nesta noite nos deu:
Seu Filho Jesus por nós todos nasceu.
Olhai, no presépio repousa Jesus;
olhai, ao clarão fulgurante da luz,
em panos humildes o Filho de Deus,
mais belo e afável que os anjos dos céus!
E vede, crianças, na palha ele jaz,
Maria e José o contemplam em paz.
Os pobres pastores o estão a adorar,
o coro dos anjos jubila a cantar.
Tal como os pastores os joelhos dobrai,
erguei as mãozinhas e graças lhe dai;
louvai, ó meninos, a Deus com fervor,
com todos os anjos cantai seu louvor.
Orai: Ó divina criança, em amor,
por nossos pecados suportas a dor,
aqui, no presépio há pobreza, ó Jesus,
angústia extrema e morte, na cruz.
Aceita o que temos, benigno Senhor,
leva os corações, nossa oferta de amor!
Ó faze-os tão santos e bons como o teu,
unindo-os contigo na terra e no céu!
FIM
Peça teatral para ser apresentada antes de cantar o hino “Oh vinde meninos”.
Crianças estão brincando, bem na época que Jesus nasceu, em Belém...
Natal
1º ATO
(Um grupo de crianças entra no palco e brinca. Pode-se pegar pedrinhas e encenar um jogo de bola de gude ou jogar pedrinhas para o alto e deixando-as cair sobre as costas da mão).
JUDÁ - (Entra e fala) - Acho que aqui está bom para brincarmos.
RUBEM - É mesmo, como é gostoso brincar debaixo desta árvore!
MARTA - Sim, ela tem uma sombra tão boa, nos protege desse sol quente.
(As crianças brincam durante algum tempo.)
NOEMI - Ai, como está quente. (Enxuga o suor do rosto). Que vontade que me dá de tomar um bom suco de uva agora...
SIMEÃO - Então vamos descansar um pouquinho … (Sentam-se em círculo).
JUDÁ - Vocês sabem o que meu pai contou ontem à noite lá em casa?
TODOS - O que?!!
JUDÁ - Ele nos contou algo sobre o Messias.
MARTA - Messias??? Que Messias???
SARA - O Messias é aquele Filho prometido por Deus, não é mesmo? …
RUBEM - Mas é mesmo … Ainda ontem o mestre falou sobre isso lá na sinagoga, não foi?
NOEMI - Mas será que ele virá mesmo? Afinal, já faz tanto tempo que estamos esperando por um Messias …
SIMEÃO - Tomara que ele venha logo… para nos livrar desses romanos. Já está mais do que na hora …
SARA - Não tenho certeza, mas parece-me que ele vai nascer aqui em Belém. Decerto vai ser filho de um rei!
JUDÁ - Olha pessoal, temos que ir para casa. Está na hora da oração.
RUBEM - Tudo bem. Amanhã nos encontraremos aqui novamente, certo?
TODOS - Certo. Shalom! (Saem)
2º ATO
(As crianças voltam para o mesmo lugar. À medida que forem chegando, cumprimentam-se e sentam. Entram todos, menos JUDÁ e SARA. As crianças começam a brincar).
MARTA - Será que Sara e Judá não vêm? Como eles estão demorando hoje!!
RUBEM - Vocês olharam para as estrelas ontem à noite? Viram aquela bem grande, com aquele rabo bem comprido?
NOEMI - Mas é claro … Ficamos olhando muito tempo para ela. Como ela era linda … (Continuam brincando. Judá e Sara entram correndo, afobados).
JUDÁ - (Cansado de correr) - Olá, gente! Acabamos de ouvir uma grande notícia …
TODOS - O que foi???
SARA - O Messias nasceu!!!
NOEMI - O que??? O Messias nasceu?
SIMEÃO - Aqui em Belém?
MARTA - Mas então contem logo como foi …
JUDÁ - Acabamos de encontrar os pastores de ovelhas. Eles nos disseram que os anjos deram a notícia para eles de que naquele estábulo, perto da hospedaria, nasceu o Filho de Deus. E o nome dele é Jesus.
MARTA - Puxa! Ah, como eu gostaria de ir até lá e ver esse Jesus …
SIMEÃO - E por que não vamos? Vamos todos até lá, agora mesmo.
TODOS - Isso mesmo, vamos!
(Saem cantando: OH VINDE MENINOS )
Hino – Oh vinde meninos
Ó vinde, meninos, não falte ninguém!
Ó vinde ao presépio, ó vinde a Belém!
E vede o que Deus nesta noite nos deu:
Seu Filho Jesus por nós todos nasceu.
Olhai, no presépio repousa Jesus;
olhai, ao clarão fulgurante da luz,
em panos humildes o Filho de Deus,
mais belo e afável que os anjos dos céus!
E vede, crianças, na palha ele jaz,
Maria e José o contemplam em paz.
Os pobres pastores o estão a adorar,
o coro dos anjos jubila a cantar.
Tal como os pastores os joelhos dobrai,
erguei as mãozinhas e graças lhe dai;
louvai, ó meninos, a Deus com fervor,
com todos os anjos cantai seu louvor.
Orai: Ó divina criança, em amor,
por nossos pecados suportas a dor,
aqui, no presépio há pobreza, ó Jesus,
angústia extrema e morte, na cruz.
Aceita o que temos, benigno Senhor,
leva os corações, nossa oferta de amor!
Ó faze-os tão santos e bons como o teu,
unindo-os contigo na terra e no céu!
FIM
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Natal em Versos
O NASCIMENTO DO MENINO JESUS
Uma vez há muito tempo
Em Belém nasceu Jesus Cristo
pequenino como tu e eu
Casa nem palácio havia
Uma fria estrebaria ele nasceu.
Narrador
1. Nas bandas da Galiléia,
Na vila de Nazaré,
Vivia uma moça,
Humilde, mas cheia de fé.
2. Seu nome era Maria.
Ela prometera casar
Com José o carpinteiro,
Que vivia no mesmo lugar.
3. Mas certo dia, admirada,
Teve uma estranha visão:
Um anjo desceu das alturas,
Qual luminoso clarão.
Anjo 1
Saúdo-te, agraciada!
Eu venho de Deus o Senhor
A fim de trazer-te a mensagem
Do seu divino amor.
Mesmo não sendo casada
“Não tenhas temor!”
Tu conceberás um filho,
Que será o Salvador.
Maria
A minha alma engrandece pois
“Sou a serva de Deus, o Senhor.
Que se cumpra o que o anjo falou,
Que nasça o Salvador!”
Narrador
1. Mas naqueles dias uma noticia chegou
César Augusto um censo decretou
José e Maria se colocaram a viajar
Pois em outra cidade deveria se alistar.
2. Quando chegaram a Belém
A tristeza chegou também
Descobriram que naquele lugar
Não havia onde na noite ficar.
José
A caminhada foi longa e estamos cansados
Tem um lugar para ficarmos?
Minha mulher um Filho está a esperar
Ela precisa urgente em uma cama deitar
Hospedeiro
Tudo está lotado e não tenho nenhum lugar
Mas, se quiserem, na estrebaria poderão ficar
Se assim quiserem lá os posso levar..
José
Sobre a palha, risonho, e iluminado
Pelo luar dos olhos de Maria,
Vede o Menino-Deus, que está cercado
Dos animais da pobre estrebaria.
Jesus nasceu. E no universo infinito
Soam cânticos vivos de alegria;
E toda a vida universal palpita
Dentro daquela pobre estrebaria...
Maria
Cante o povo resgatado
Glória a Deus, Senhor da paz,
Pois, em Cristo revelado,
Vida e luz ao mundo traz.
Nasce, a fim de renascermos,
Vive, para revivermos,
Rei, Profeta e Salvador!
Louvem todos o Senhor!
Toda a terra e os altos céus
Cantem sempre glória a Deus.
Anjo 1
Anjos vindos de Deus trazem novas dos céus
Falam do Cristo que vem cheio de graça em Belém.
Cantam coros dos céus dando glórias a Deus
Nós celebramos a paz que esta criança nos traz.
Glória a Deus nas maiores alturas
e paz na terra a quem ele quer bem.
Vão até Belém encontrareis ali um menino
enrolado em faixas e deitado em manjedoura.
Anjos
Vinde, todos, cantai!
Com os anjos louvai
O grande amor sem igual
Que deu ao mundo o Natal.
Pastores
1. Vamos até Belém
conferir os acontecimentos
E verificar o que os anjos falaram
Temos de procurar a estrebaria.
Ver a criança,
e manifestar nossos agradecimentos
Pois o que os anjos disseram
Faz-nos vibrar de alegria.
2. A criança quero ver
E a Deus agradecer.
3. O que estamos esperando?
Vamos, vamos bem contente
E vamos correndo
Porque Deus nos deu um presente?
Todos os meus atos quero te dar
O meu testemunho será de ti falar
E ao sair daqui quero a todos contar
Que o Messias veio aqui morar.
4. Que bela criança é esta aqui deitada
É bem como os pastores falaram
Em manjedoura e em panos enrolada
E entre animais como disseram
Senhor Jesus, Messias prometido
Não tenho presente caro para lhe dar
Não tenho riqueza, mas o que tenho
É minha vida a ti dedicar.
Narrador
1. Do longínquo Oriente vindo
E da estrela a luz seguindo,
Magos vêm trazer, sorrindo,
Dádivas ao Rei Jesus..
2. E da cidade saíram,
Vendo a estrela lá nos céus.
Em Belém o descobriram,
Na estrebaria, junto aos seus.
Reis Magos
1. Três Reis Magos do Oriente a sós
com presente viemos nós
ouro trago para te dar.
Vem sobre nós reinar.
2. Incenso venho trazer
Este presente a Deus oferecer.
3. Eis a mirra de suave odor,
que mostra o seu amor.
Linda estrela de luz
guiou-nos ao Rei Jesus.
Final
Não encontrando lugar
onde pudesse nascer,
nas palhas da manjedoura
pôde Jesus se acolher!
Que Jesus neste Natal
encontre algum coração
que qual manjedoura amiga
lhe ofereça habitação!
FIM
Uma vez há muito tempo
Em Belém nasceu Jesus Cristo
pequenino como tu e eu
Casa nem palácio havia
Uma fria estrebaria ele nasceu.
Narrador
1. Nas bandas da Galiléia,
Na vila de Nazaré,
Vivia uma moça,
Humilde, mas cheia de fé.
2. Seu nome era Maria.
Ela prometera casar
Com José o carpinteiro,
Que vivia no mesmo lugar.
3. Mas certo dia, admirada,
Teve uma estranha visão:
Um anjo desceu das alturas,
Qual luminoso clarão.
Anjo 1
Saúdo-te, agraciada!
Eu venho de Deus o Senhor
A fim de trazer-te a mensagem
Do seu divino amor.
Mesmo não sendo casada
“Não tenhas temor!”
Tu conceberás um filho,
Que será o Salvador.
Maria
A minha alma engrandece pois
“Sou a serva de Deus, o Senhor.
Que se cumpra o que o anjo falou,
Que nasça o Salvador!”
Narrador
1. Mas naqueles dias uma noticia chegou
César Augusto um censo decretou
José e Maria se colocaram a viajar
Pois em outra cidade deveria se alistar.
2. Quando chegaram a Belém
A tristeza chegou também
Descobriram que naquele lugar
Não havia onde na noite ficar.
José
A caminhada foi longa e estamos cansados
Tem um lugar para ficarmos?
Minha mulher um Filho está a esperar
Ela precisa urgente em uma cama deitar
Hospedeiro
Tudo está lotado e não tenho nenhum lugar
Mas, se quiserem, na estrebaria poderão ficar
Se assim quiserem lá os posso levar..
José
Sobre a palha, risonho, e iluminado
Pelo luar dos olhos de Maria,
Vede o Menino-Deus, que está cercado
Dos animais da pobre estrebaria.
Jesus nasceu. E no universo infinito
Soam cânticos vivos de alegria;
E toda a vida universal palpita
Dentro daquela pobre estrebaria...
Maria
Cante o povo resgatado
Glória a Deus, Senhor da paz,
Pois, em Cristo revelado,
Vida e luz ao mundo traz.
Nasce, a fim de renascermos,
Vive, para revivermos,
Rei, Profeta e Salvador!
Louvem todos o Senhor!
Toda a terra e os altos céus
Cantem sempre glória a Deus.
Anjo 1
Anjos vindos de Deus trazem novas dos céus
Falam do Cristo que vem cheio de graça em Belém.
Cantam coros dos céus dando glórias a Deus
Nós celebramos a paz que esta criança nos traz.
Glória a Deus nas maiores alturas
e paz na terra a quem ele quer bem.
Vão até Belém encontrareis ali um menino
enrolado em faixas e deitado em manjedoura.
Anjos
Vinde, todos, cantai!
Com os anjos louvai
O grande amor sem igual
Que deu ao mundo o Natal.
Pastores
1. Vamos até Belém
conferir os acontecimentos
E verificar o que os anjos falaram
Temos de procurar a estrebaria.
Ver a criança,
e manifestar nossos agradecimentos
Pois o que os anjos disseram
Faz-nos vibrar de alegria.
2. A criança quero ver
E a Deus agradecer.
3. O que estamos esperando?
Vamos, vamos bem contente
E vamos correndo
Porque Deus nos deu um presente?
Todos os meus atos quero te dar
O meu testemunho será de ti falar
E ao sair daqui quero a todos contar
Que o Messias veio aqui morar.
4. Que bela criança é esta aqui deitada
É bem como os pastores falaram
Em manjedoura e em panos enrolada
E entre animais como disseram
Senhor Jesus, Messias prometido
Não tenho presente caro para lhe dar
Não tenho riqueza, mas o que tenho
É minha vida a ti dedicar.
Narrador
1. Do longínquo Oriente vindo
E da estrela a luz seguindo,
Magos vêm trazer, sorrindo,
Dádivas ao Rei Jesus..
2. E da cidade saíram,
Vendo a estrela lá nos céus.
Em Belém o descobriram,
Na estrebaria, junto aos seus.
Reis Magos
1. Três Reis Magos do Oriente a sós
com presente viemos nós
ouro trago para te dar.
Vem sobre nós reinar.
2. Incenso venho trazer
Este presente a Deus oferecer.
3. Eis a mirra de suave odor,
que mostra o seu amor.
Linda estrela de luz
guiou-nos ao Rei Jesus.
Final
Não encontrando lugar
onde pudesse nascer,
nas palhas da manjedoura
pôde Jesus se acolher!
Que Jesus neste Natal
encontre algum coração
que qual manjedoura amiga
lhe ofereça habitação!
FIM
Jogral ou encenação de Natal
AS QUATRO VELAS
Narrador: Certa vez existiam quatro velas que queimavam calmamente. Elas viviam em um ambiente muito bom, porém o lugar começou a modificar. E as velas começaram a apagar.
(Entram em cena duas pessoas, cada uma com uma vela acesa na mão)
Vela da Paz 1 – Oi, nós somos as velas da paz. Apesar de nossa luz, e da insistência não conseguimos ficar acesas.
Vela da Paz 2 – As pessoas não nos mantém neste mundo. As nações brigam, onde se vai se fala em dor, em sofrimento, em guerra.
Vela da Paz 1 – Cada vez que o ser humano briga, tem raiva ou ódio de alguém. A minha chama se apaga um pouco e aos poucos vou perdendo o valor.
Vela da Paz 2 – O verdadeiro valor de uma vela é quando está acesa, e mais, Jesus disse que ela precisa estar em um lugar alto. Mas a paz, bem, a paz está aos poucos sumindo.
(Assopram a vela e a apagam)
Narrador: A vela da paz deixa de existir. O Mundo e suas guerras apagaram a paz.
(Entram mais duas pessoas, cada uma com uma vela).
Vela da Fé 1 – Somos as velas da fé. Infelizmente não somos importantes para o ser humano.
Vela da Fé 2 – O ser humano não quer saber de Deus, está muito ocupando para lembrar do que Deus fez, tem feito e fará por ele.
Vela da Fé 1 – O mundo sem fé é um mundo escuro, um vazio, algo que terminará aqui, algo que não deixará de ser importante.
Vela da Fé 2 – Se a sua fé for do tamanho do fim da chama de uma vela Jesus te aceita, ele não te apagará, mas a chama da fé está sumindo no mundo.
(Assopram suas velas)
Narrador: Se tivéssemos a fé do tamanho de um grão de mostarda mandaríamos os montes transportarem e eles iriam. Mas não temos, pelo contrário, nossa fé está apagando.
(Entram mais duas pessoas, cada uma com uma vela).
Vela do Amor 1 – Neste mundo não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, porque só conseguem enxergar a elas mesmas.
Vela do Amor 2 – As pessoas não querem saber do que está a sua volta, daqueles que poderiam alcançar a mão, ou sequer lançar um sorriso.
Vela do Amor 1 – Somos a luz do amor, e como disse Jesus, no fim dos tempos o amor se esfriará. E sem amor não seremos nada.
Vela do Amor 2 – Assim estamos desaparecendo e o amor na humanidade vai acabar como um sopro que apaga uma vela.
(Assopram suas velas)
Narrador: No mundo não há mais amor. O amor se esfria, e se apaga.
(Entram mais duas pessoas, cada uma com uma vela).
Vela da Esperança 1 – Olá, somos a luz da esperança. Nós somos as últimas que se apagam. Nós somos as últimas que morremos.
Vela da Esperança 2 – Porém, no mundo de hoje, a esperança pode ser a última, mas está morrendo. Está acabando a esperança, em todo o mundo.
Vela da Esperança 1 – Esperar o que, confiar no que?
Vela da Esperança 2 – Assim também nós se apagamos, morremos e deixamos de existir. É o fim.
Narrador: A esperança se apagou e agora o que será do mundo?
(Entra uma pessoa com uma vela na mão).
Vela do Natal – O que houve? Porque estão todas apagadas? Precisamos de paz, de fé, de amor e de esperança neste mundo. Para termos tudo isto precisamos lembrar do verdadeiro sentido do Natal. Só em Jesus e com Jesus há paz, porque ele mesmo disse:
Narrador: Deixo-vos a paz, a minha paz voz dou, não a dou como o mundo a dá.
Vela do Natal: Só em Cristo poderemos ter a verdadeira fé.
Narrador: Vai em paz po que a tua fé te salvou.
Vela do Natal: Só em Cristo poderemos ter amor.
Narrador: Agora fica a fé, a esperança e o amor, mas o maior de todos é o amor.
Vela do Natal: Somente em Cristo temos a esperança.
Narrador: A nossa esperança não é somente neste mundo.
Vela do Natal: Eu sou a vela do Natal e somente o menino de Belém pode acender neste mundo a Paz (acende as velas da paz), a Fé (acende as velas da fé) o Amor (acende as velas do amor) e a Esperança (acende a vela da esperança).
Narrador: Que estes sentimentos possam ser o ponto de referência para o nosso Natal e o Natal do mundo inteiro. Pois Deus nos amou, a ponto de nos dar a fé em Cristo e assim termos paz e esperança da vida eterna. Que a vela do verdadeiro sentido do Natal, que é Cristo o Filho de Deus e seu nascimento, nunca se apague em você, assim as outras ficarão sempre acesas.
FIM
Narrador: Certa vez existiam quatro velas que queimavam calmamente. Elas viviam em um ambiente muito bom, porém o lugar começou a modificar. E as velas começaram a apagar.
(Entram em cena duas pessoas, cada uma com uma vela acesa na mão)
Vela da Paz 1 – Oi, nós somos as velas da paz. Apesar de nossa luz, e da insistência não conseguimos ficar acesas.
Vela da Paz 2 – As pessoas não nos mantém neste mundo. As nações brigam, onde se vai se fala em dor, em sofrimento, em guerra.
Vela da Paz 1 – Cada vez que o ser humano briga, tem raiva ou ódio de alguém. A minha chama se apaga um pouco e aos poucos vou perdendo o valor.
Vela da Paz 2 – O verdadeiro valor de uma vela é quando está acesa, e mais, Jesus disse que ela precisa estar em um lugar alto. Mas a paz, bem, a paz está aos poucos sumindo.
(Assopram a vela e a apagam)
Narrador: A vela da paz deixa de existir. O Mundo e suas guerras apagaram a paz.
(Entram mais duas pessoas, cada uma com uma vela).
Vela da Fé 1 – Somos as velas da fé. Infelizmente não somos importantes para o ser humano.
Vela da Fé 2 – O ser humano não quer saber de Deus, está muito ocupando para lembrar do que Deus fez, tem feito e fará por ele.
Vela da Fé 1 – O mundo sem fé é um mundo escuro, um vazio, algo que terminará aqui, algo que não deixará de ser importante.
Vela da Fé 2 – Se a sua fé for do tamanho do fim da chama de uma vela Jesus te aceita, ele não te apagará, mas a chama da fé está sumindo no mundo.
(Assopram suas velas)
Narrador: Se tivéssemos a fé do tamanho de um grão de mostarda mandaríamos os montes transportarem e eles iriam. Mas não temos, pelo contrário, nossa fé está apagando.
(Entram mais duas pessoas, cada uma com uma vela).
Vela do Amor 1 – Neste mundo não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, porque só conseguem enxergar a elas mesmas.
Vela do Amor 2 – As pessoas não querem saber do que está a sua volta, daqueles que poderiam alcançar a mão, ou sequer lançar um sorriso.
Vela do Amor 1 – Somos a luz do amor, e como disse Jesus, no fim dos tempos o amor se esfriará. E sem amor não seremos nada.
Vela do Amor 2 – Assim estamos desaparecendo e o amor na humanidade vai acabar como um sopro que apaga uma vela.
(Assopram suas velas)
Narrador: No mundo não há mais amor. O amor se esfria, e se apaga.
(Entram mais duas pessoas, cada uma com uma vela).
Vela da Esperança 1 – Olá, somos a luz da esperança. Nós somos as últimas que se apagam. Nós somos as últimas que morremos.
Vela da Esperança 2 – Porém, no mundo de hoje, a esperança pode ser a última, mas está morrendo. Está acabando a esperança, em todo o mundo.
Vela da Esperança 1 – Esperar o que, confiar no que?
Vela da Esperança 2 – Assim também nós se apagamos, morremos e deixamos de existir. É o fim.
Narrador: A esperança se apagou e agora o que será do mundo?
(Entra uma pessoa com uma vela na mão).
Vela do Natal – O que houve? Porque estão todas apagadas? Precisamos de paz, de fé, de amor e de esperança neste mundo. Para termos tudo isto precisamos lembrar do verdadeiro sentido do Natal. Só em Jesus e com Jesus há paz, porque ele mesmo disse:
Narrador: Deixo-vos a paz, a minha paz voz dou, não a dou como o mundo a dá.
Vela do Natal: Só em Cristo poderemos ter a verdadeira fé.
Narrador: Vai em paz po que a tua fé te salvou.
Vela do Natal: Só em Cristo poderemos ter amor.
Narrador: Agora fica a fé, a esperança e o amor, mas o maior de todos é o amor.
Vela do Natal: Somente em Cristo temos a esperança.
Narrador: A nossa esperança não é somente neste mundo.
Vela do Natal: Eu sou a vela do Natal e somente o menino de Belém pode acender neste mundo a Paz (acende as velas da paz), a Fé (acende as velas da fé) o Amor (acende as velas do amor) e a Esperança (acende a vela da esperança).
Narrador: Que estes sentimentos possam ser o ponto de referência para o nosso Natal e o Natal do mundo inteiro. Pois Deus nos amou, a ponto de nos dar a fé em Cristo e assim termos paz e esperança da vida eterna. Que a vela do verdadeiro sentido do Natal, que é Cristo o Filho de Deus e seu nascimento, nunca se apague em você, assim as outras ficarão sempre acesas.
FIM
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Jogral de Natal
FELIZ NATAL AMIGOS!
Formam-se nuvens de esperança num céu de bondade,
Em cada coração há um enorme desejo de felicidade e alegria!
Lares se iluminam numa magia sem qualquer maldade,
Iniludível, apenas o amor engrandece este lindo e peculiar dia...
Zelando totalmente pela nossa total paz e harmonia!
No íntimo de cada um de nós está o sentimento mais puro,
Aquele que norteia o significado verdadeiro da comemoração,
Todos sabem que Jesus é o nosso salvador e o porto seguro,
Aquarela de todas as emoções num só bondoso coração,
Libertando em todos nós os termos da sublime doação!
Alegria em cada rosto sem mascarar a tristeza,
Mudanças de atitudes e gestos de solidariedade,
Inquietação vestida da mais simples e calorosa nobreza,
Guardando em cada Ser o sentindo da sua própria verdade,
Originando a fagulha da mais verdadeira e sincera felicidade,
Somamos nossas expectativas numa única vontade: PAZ
Formam-se nuvens de esperança num céu de bondade,
Em cada coração há um enorme desejo de felicidade e alegria!
Lares se iluminam numa magia sem qualquer maldade,
Iniludível, apenas o amor engrandece este lindo e peculiar dia...
Zelando totalmente pela nossa total paz e harmonia!
No íntimo de cada um de nós está o sentimento mais puro,
Aquele que norteia o significado verdadeiro da comemoração,
Todos sabem que Jesus é o nosso salvador e o porto seguro,
Aquarela de todas as emoções num só bondoso coração,
Libertando em todos nós os termos da sublime doação!
Alegria em cada rosto sem mascarar a tristeza,
Mudanças de atitudes e gestos de solidariedade,
Inquietação vestida da mais simples e calorosa nobreza,
Guardando em cada Ser o sentindo da sua própria verdade,
Originando a fagulha da mais verdadeira e sincera felicidade,
Somamos nossas expectativas numa única vontade: PAZ
Assinar:
Postagens (Atom)